Meu Sol
Noite triste
Sem carinho
Sem luz
Sem amor ou arrimo
Apenas o vazio
Saí sem rumo no frio
Frio da solidão
Frio da saudades
Despedi-me de ti
com uma tristeza no peito
Meu sol
Meu coração
Onde você foi?
Queria falar contigo por horas
Mas só tinha escassos minutos
Confusos, perdidos, diminutos
Com olhares astutos...
Em que momento criarás coragem?
Para permitir que eu entre em seu coração?
E em seu corpo como um furacão?
Para depois deixar apenas o vazio da ilusão?
Para ambos sofrerem e morrerem
Embriagados no mar da paixão
Quantas perguntas sem respostas...
Quantas dores ignotas...
(Hei de arder com tanta lorota)
Sinto afastar-te a cada dia
com uma sabedoria...
Saber louco que aprendemos pouco
Todo dia quero o oco!
Vazio, sórdido bandido
Procuro teu rosto, teu olvido
Queria amar-te tanto meu menino!
Sem carinho
Sem luz
Sem amor ou arrimo
Apenas o vazio
Saí sem rumo no frio
Frio da solidão
Frio da saudades
Despedi-me de ti
com uma tristeza no peito
Meu sol
Meu coração
Onde você foi?
Queria falar contigo por horas
Mas só tinha escassos minutos
Confusos, perdidos, diminutos
Com olhares astutos...
Em que momento criarás coragem?
Para permitir que eu entre em seu coração?
E em seu corpo como um furacão?
Para depois deixar apenas o vazio da ilusão?
Para ambos sofrerem e morrerem
Embriagados no mar da paixão
Quantas perguntas sem respostas...
Quantas dores ignotas...
(Hei de arder com tanta lorota)
Sinto afastar-te a cada dia
com uma sabedoria...
Saber louco que aprendemos pouco
Todo dia quero o oco!
Vazio, sórdido bandido
Procuro teu rosto, teu olvido
Queria amar-te tanto meu menino!
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
delírio encapsulado
presa estou pela manhã a recolher as lágrimas livre sou à noite ao te recolher em minha cápsula quando me transbordar, a tez partida será…
Kátia Surreal
Dissonantes, se confundem - 09/09/2026
Será que a alegria é irmã da tristeza
Dissonantes, separadas se confundem,
A alegria é a exultação do bem estar
…
Armando A. C. Garcia
Muros de pedra ! - 24/07/2026
Eu tinha o mundo perdido
Na palma de minha mão,
Livre e solto, sacudido
Sem dinheiro, sem tostão.
…
Armando A. C. Garcia
A força inexplicável ! - (soneto) - 25/07/2026
A força inexplicável, chamada sorte,
Como não é constante no indivíduo,
Por não ser ela um predicado assíduo
N…
Armando A. C. Garcia