Ossos do mundo
É tarde, muito tarde.
Ainda não anoiteceu.
Porém tudo arde,
O mundo enlouqueceu.
A humanidade é tão frágil,
Não percebe que a carne já apodreceu.
O fogo é tão ágil,
A todos devora e declara o mundo seu.
As chamas alcançam o céu,
Em uma tentativa de redenção,
As labaredas proclamam a falsa salvação.
Entre ossos, o mundo se reergue.
Entre absurdos, a vida segue.
Das cinzas, todos ressurgem.
Em meio ao silêncio, os desesperados rugem.
Ainda não anoiteceu.
Porém tudo arde,
O mundo enlouqueceu.
A humanidade é tão frágil,
Não percebe que a carne já apodreceu.
O fogo é tão ágil,
A todos devora e declara o mundo seu.
As chamas alcançam o céu,
Em uma tentativa de redenção,
As labaredas proclamam a falsa salvação.
Entre ossos, o mundo se reergue.
Entre absurdos, a vida segue.
Das cinzas, todos ressurgem.
Em meio ao silêncio, os desesperados rugem.
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