Prateleira
Na prateleira mais alta
onde guardo meu arroz,
a um lugar vago
que preencherei depois
Olha a prateleira
a procurar o velho branco
pois me vem a lazeira
e isso me causa espanto
Dos caroços de café
que encontrei pelo chão
jogarei mais tarde
lá na plantação
Lá no espojeiro,
bem no coração
ataca uma praga
ainda sem solução
Não sei se vou daqui pra lá
ou se velho de lá pra cá,
mas tenho a certeza de que
não quero voltar.
onde guardo meu arroz,
a um lugar vago
que preencherei depois
Olha a prateleira
a procurar o velho branco
pois me vem a lazeira
e isso me causa espanto
Dos caroços de café
que encontrei pelo chão
jogarei mais tarde
lá na plantação
Lá no espojeiro,
bem no coração
ataca uma praga
ainda sem solução
Não sei se vou daqui pra lá
ou se velho de lá pra cá,
mas tenho a certeza de que
não quero voltar.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Flores e amores
Poderia ter nascido uma flor, mas o que nasceu era um sentimento.
Poderia ter sido uma rosa, mas era um amor.
Poderia estar em …
A poesia de JRUnder
Poeira em desencanto.
Tem vezes que quando observo o infinito - todas as cores despontam... e meus olhos e ouvidos ouvem o chiar das trombetas dos deuses. A t…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Brasil ! teus filhos exigem mudanças (soneto) - 11/05/2016
Brasil ! teus filhos exigem mudanças,
A mudança radical, te conclamam
Jazem de joelhos suas esperanças
Por um …
Armando A. C. Garcia
Naturalmente, (soneto) - 12/12/2017
Naturalmente, sonhando acordado
Controlando desejo e emoção
Verdade ou mentira, que importa então,
Se este meu…
Armando A. C. Garcia