Sonho

Sacrificio da árvore

Do preto é vermelho quente que sou...
Da raiz é a servidão eterna que broto
Que cru? Que produz a lenha
Barbaridades, me são sombras
As habilidades que tenho.
Quem dera?! Não ser árvore que sou.


Jorge Fendas, O azar do que é...
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