Lista de Poemas

O pedaço meu poético

O pedaço meu poético

Veste-se de rã, lagarto, lagartista
Explora a camuflagem ao máximo, é artista
O meu eu poético é assim....

É fome que flameja, que dorme faminto
É sede de ar, diante a floresta
É firme, por dentro sinto
É eixo do sol

É a potência a cima do frenético
So quer sair, e ir, pra fora de mim
Sim!!!
O meu eu poético é assim...

(*O meu eu falando)
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A flor da minha vida

A flor da minha vida

Aquela flor, não é uma flor
Que murcha, que envelhece, que morre...
Ela simplesmente
Fulgura, rutila, tremula....
Estimula o sabor do odor

Aquela flor, não é uma flor
Pois não tem pétala nem odor
Mas, abalos produzem olor

Aquela flor, não...Não pode ser uma flor
Polem-escuro, pétala-negra, sepata-incolor
Não... ela só pode ser divinal

(*Significância )
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flores que quer tê-las, mas não sê-las

Amar é crime no entender delas
Bonitas que são, todo ser oposto quer tê-las,
Mas pertence-las não
Por algumas horas sim, mais que isso não
O percurso pertence as celas
Duma prisão de prazeres permanentes
Onde todo visitante, inocente é o que não é
Dela, sair é possível, mas querer sair não
Obrigatório era entrar, mas permanecer é com elas
Pela sensação, são trituradas em moelas
A fragmentação não é sentida por elas
Só sentem dor quando não é proporcionada a elas
O privilégio de despedaçá-las, todo oposto aprecia
Famintas que são, nem com dez pratos saciam
Sim….falo daqueles seres
Ambulantes de prazeres.

Chitlhango, S53l89 de Chibuto
92

tempo, não é apenas o tempo (Realidades Ocultas)



O tempo passa
Não importa como
Sempre passa
Para todos nós

De repente se esvai
Não importa para aonde vai

Piscou.
Passou um dia, um mês, uma década
Talvez mais, para quem dá
A vida pelo amante.

O tempo…
O tempo é rápido, é lento
Não!….é o que deveria ser
Passante
Em direcção do infinito

O tempo…
O tempo ensina passando
Voando no cós do vento
Passando do coração após o roçamento
De qualquer espécie vivente
O tempo….ensina sobreviventes


O tempo, um comboio, um carro
São o mesmo
Não importa para aonde
Sempre caminha, acompanha
Discípulos do templo do amor
Amadores…

O tempo…
O tempo cura
Não importa a idade
Sempre sara
Qualquer profundidade
De dor

O tempo…
É tudo
Tudo que ensina e passa
É o próprio despertar da massa
Cinzenta

O tempo…
O tempo é el-paciente universal
Que tem todo tempo para observar
O que divo criou, no alfa preliminar

Mais que o professor
O tempo é O CRIADOR
109

O mundo, é igual para todos

O mundo, é igual para todos

Carvão queima, carvão sofre
Carvão negro, carvão mulato
Carvão fantasma, também sente febre
Carvão branco, é carvão preto
Nesse mundo não tem preconceito
Se vive, então o seu também é buraco
Não é apenas o meu que é oco
Autor: S53l89 Ch85lhang9 2020
Até de outro é coração seco, sem miolo de provento
Mesmo assim, vive e ama
Chora quando chega o momento
Quem sou eu, para ser vivo que não clama?!
Principalmente neste mundo que desmaia
E quando acorda transborda cheias
De sofrimentos e lamentos.
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O mundo, é igual para todos

O mundo, é igual para todos

Carvão queima, carvão sofre
Carvão negro, carvão mulato
Carvão fantasma, também sente febre
Carvão branco, é carvão preto

Nesse mundo não tem preconceito
Se vive, então o seu também é buraco
Não é apenas o meu que é oco
Até de outro é coração seco, sem miolo de provento

Mesmo assim, vive e ama
Chora quando chega o momento
Quem sou eu, para ser vivo que não clama?!

Principalmente neste mundo que desmaia
E quando acorda transborda cheias
De sofrimentos e lamentos.
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Sonho

Sacrificio da árvore

Do preto é vermelho quente que sou...
Da raiz é a servidão eterna que broto
Que cru? Que produz a lenha
Barbaridades, me são sombras
As habilidades que tenho.
Quem dera?! Não ser árvore que sou.


Jorge Fendas, O azar do que é...
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Eu sou fogo...

Eu sou fogo...

Da lenha, do carvão, do gás...
A minha chama arde, e assa
As vezes coze

Eu sou fogo, e tenho voz
Que chama, que grita quando queima
Encolho-me no palito, a serviço do patrão

Eu sou fogo, e desejo queimar
Esquentar o frio da montanha russa
Eu sou fogo que sonha
Por um dia, de esquentar o amor.

(*O meu eu falando )
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O pedaço meu poético

Veste-se de rã, lagarto, lagartista
Explora a camuflagem ao máximo, é artista
O meu eu poético é assim....

É fome que flameja, que dorme faminto
É sede de ar, diante a floresta
É firme, por dentro sinto
É eixo do sol

É a potência a cima do frenético
So quer sair, e ir, pra fora de mim
Sim!!!
O meu eu poético é assim...

(*O meu eu falando)
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Ar em mera….

Ar em mera….

O ar em mera fluidez
Age como vento, suave e fresco
BRISA…
Frisa, roça o coração tenaz
Adormece-o em plena lucidez
Desperta o encanto mágico

Acata, ataca coração iminente
De portento e encanto diamante
Extraído nas minas do amor.

(“Na praia, encantando o amor”)
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