Aquela flor, não é uma flor Que murcha, que envelhece, que morre... Ela simplesmente Fulgura, rutila, tremula.... Estimula o sabor do odor
Aquela flor, não é uma flor Pois não tem pétala nem odor Mas, abalos produzem olor
Aquela flor, não...Não pode ser uma flor Polem-escuro, pétala-negra, sepata-incolor Não... ela só pode ser divinal
(*Significância )
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O pedaço meu poético
O pedaço meu poético
Veste-se de rã, lagarto, lagartista Explora a camuflagem ao máximo, é artista O meu eu poético é assim....
É fome que flameja, que dorme faminto É sede de ar, diante a floresta É firme, por dentro sinto É eixo do sol
É a potência a cima do frenético So quer sair, e ir, pra fora de mim Sim!!! O meu eu poético é assim...
(*O meu eu falando)
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flores que quer tê-las, mas não sê-las
Amar é crime no entender delas Bonitas que são, todo ser oposto quer tê-las, Mas pertence-las não Por algumas horas sim, mais que isso não O percurso pertence as celas Duma prisão de prazeres permanentes Onde todo visitante, inocente é o que não é Dela, sair é possível, mas querer sair não Obrigatório era entrar, mas permanecer é com elas Pela sensação, são trituradas em moelas A fragmentação não é sentida por elas Só sentem dor quando não é proporcionada a elas O privilégio de despedaçá-las, todo oposto aprecia Famintas que são, nem com dez pratos saciam Sim….falo daqueles seres Ambulantes de prazeres.
Chitlhango, S53l89 de Chibuto
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tempo, não é apenas o tempo (Realidades Ocultas)
O tempo passa Não importa como Sempre passa Para todos nós
De repente se esvai Não importa para aonde vai
Piscou. Passou um dia, um mês, uma década Talvez mais, para quem dá A vida pelo amante.
O tempo… O tempo é rápido, é lento Não!….é o que deveria ser Passante Em direcção do infinito
O tempo… O tempo ensina passando Voando no cós do vento Passando do coração após o roçamento De qualquer espécie vivente O tempo….ensina sobreviventes
O tempo, um comboio, um carro São o mesmo Não importa para aonde Sempre caminha, acompanha Discípulos do templo do amor Amadores…
O tempo… O tempo cura Não importa a idade Sempre sara Qualquer profundidade De dor
O tempo… É tudo Tudo que ensina e passa É o próprio despertar da massa Cinzenta
O tempo… O tempo é el-paciente universal Que tem todo tempo para observar O que divo criou, no alfa preliminar
Mais que o professor O tempo é O CRIADOR
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O mundo, é igual para todos
O mundo, é igual para todos
Carvão queima, carvão sofre Carvão negro, carvão mulato Carvão fantasma, também sente febre Carvão branco, é carvão preto
Nesse mundo não tem preconceito Se vive, então o seu também é buraco Não é apenas o meu que é oco Até de outro é coração seco, sem miolo de provento
Mesmo assim, vive e ama Chora quando chega o momento Quem sou eu, para ser vivo que não clama?!
Principalmente neste mundo que desmaia E quando acorda transborda cheias De sofrimentos e lamentos.
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O mundo, é igual para todos
O mundo, é igual para todos
Carvão queima, carvão sofre Carvão negro, carvão mulato Carvão fantasma, também sente febre Carvão branco, é carvão preto Nesse mundo não tem preconceito Se vive, então o seu também é buraco Não é apenas o meu que é oco Autor: S53l89 Ch85lhang9 2020 Até de outro é coração seco, sem miolo de provento Mesmo assim, vive e ama Chora quando chega o momento Quem sou eu, para ser vivo que não clama?! Principalmente neste mundo que desmaia E quando acorda transborda cheias De sofrimentos e lamentos.
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Sonho
Sacrificio da árvore
Do preto é vermelho quente que sou... Da raiz é a servidão eterna que broto Que cru? Que produz a lenha Barbaridades, me são sombras As habilidades que tenho. Quem dera?! Não ser árvore que sou.
Jorge Fendas, O azar do que é...
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Os primeiros 10 entre 10 e 20
Os primeiros 10 entre 10 e 20
Xiiih!!! Mundo silêncioso sem ar é Governado por corações de mármores Era um ovo, um are Naqueles tempos a vida era area Do ser canibal. Era normal Ver um pai que caçava animal, De sobrenome igual.
Zuummm!!!
Mundo cauteloso sem alma é Fantasma que asombra a era Cibernética de abraços virtuais Diz-se, fantasma O mundo teu calmo e mentiroso Que te dá o que não é arma Para contra sobrenatural você lutar E como sempre, Levará te como trapos de avaro. Orava de trapos como levara te Eu o vi, na igreja agachado Fingindo não ser mundo.
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Oh!, lavro orvalho
Oh!, lavro orvalho
Chuva que dura, não me cai bem Tem traições, e rata também Aquém, no coração queima Carvão do trem sem lágrima
Daí, lavro orvalho Que dura uma noite Que retarda e não deixa crescer A raiz do amor.
(“Decepcionado pelo amor firme ”)
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É sorte
É sorte
Acordou, trabalhou, dormiu, acordou É sorte Acordou, foi a hospital, dormiu, acordou É sorte Acordou, acidentou, quase morreu, dormiu, acordou É sorte Acordou, trabalho, dormiu, não acordou Isso sim, não é s0rte.