Da lenha, do carvão, do gás... A minha chama arde, e assa As vezes coze
Eu sou fogo, e tenho voz Que chama, que grita quando queima Encolho-me no palito, a serviço do patrão
Eu sou fogo, e desejo queimar Esquentar o frio da montanha russa Eu sou fogo que sonha Por um dia, de esquentar o amor.
(*O meu eu falando )
71
Sou pintor
Sou pintor
Sou pintor porque sou poeta Expresso dor Desenho estrelas e planetas Caminho paraísos Pintando o amor
Sou pintor porque finjo dor Dor verdadeira Da minha maneira Expresso ódio Pintando à óleo De amor
Sou pintor porque sou poeta Simplesmente.
(*O meu eu falando...)
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Os primeiros 10 entre 10 e 20
Os primeiros 10 entre 10 e 20
Xiiih!!! Mundo silêncioso sem ar é Governado por corações de mármores Era um ovo, um are Naqueles tempos a vida era area Do ser canibal. Era normal Ver um pai que caçava animal, De sobrenome igual.
Zuummm!!!
Mundo cauteloso sem alma é Fantasma que asombra a era Cibernética de abraços virtuais Diz-se, fantasma O mundo teu calmo e mentiroso Que te dá o que não é arma Para contra sobrenatural você lutar E como sempre, Levará te como trapos de avaro. Orava de trapos como levara te Eu o vi, na igreja agachado Fingindo não ser mundo.
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Os primeiros 10 entre 10 e 20
Os primeiros 10 entre 10 e 20
Xiiih!!! Mundo silêncioso sem ar é Governado por corações de mármores Era um ovo, um are Naqueles tempos a vida era area Do ser canibal. Era normal Ver um pai que caçava animal, De sobrenome igual.
Zuummm!!!
Mundo cauteloso sem alma é Fantasma que asombra a era Cibernética de abraços virtuais Diz-se, fantasma O mundo teu calmo e mentiroso Que te dá o que não é arma Para contra sobrenatural você lutar E como sempre, Levará te como trapos de avaro. Orava de trapos como levara te Eu o vi, na igreja agachado Fingindo não ser mundo.
45
É sorte
É sorte
Acordou, trabalhou, dormiu, acordou É sorte Acordou, foi a hospital, dormiu, acordou É sorte Acordou, acidentou, quase morreu, dormiu, acordou É sorte Acordou, trabalho, dormiu, não acordou Isso sim, não é s0rte.
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Ar em mera….
Ar em mera….
O ar em mera fluidez Age como vento, suave e fresco BRISA… Frisa, roça o coração tenaz Adormece-o em plena lucidez Desperta o encanto mágico
Acata, ataca coração iminente De portento e encanto diamante Extraído nas minas do amor.
(“Na praia, encantando o amor”)
74
Oh!, lavro orvalho
Oh!, lavro orvalho
Chuva que dura, não me cai bem Tem traições, e rata também Aquém, no coração queima Carvão do trem sem lágrima
Daí, lavro orvalho Que dura uma noite Que retarda e não deixa crescer A raiz do amor.
(“Decepcionado pelo amor firme ”)
49
Por ti...
Por ti...
Por ti eu disisti De mim mesmo Lutei contra o meu eu Alegre, Que não se é alegre Se nao estiveres por perto
Por ti fechei os olhos E ouvidos também Para não ver o que se tinha Além de nos dois
Por ti, disse pra mim mesmo Que só importa, uma fechadura E porta da sua felicidade.
Por ti, eu fiz tudo Por ti....
(*Decepcionado)
57
Se eu sobesse...
Se eu sobesse...
Abaixaria a arma, de Cabisbaixo eu me renderia Não lutaria por ela A trocaria pela pílula, e alguns papeis de samora
Me mictarria no mesmo dia que me engoli Gritaria até no ouvido do silente, que não quero parir-me Não nesta vida, talvez na próxima que virá.
(*Cansado de viver na miséria)
Autor: El-pintor
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O meu erro
O meu erro
Errei no dia em que vi Que errar é uma forma de aprender Por não gritar que o mundo tem que errar Errei no dia... Em que me neguei De ser tentador e presistente
Errei no dia em que sonhei dormido Acordei, dormi Errei no dia em que sonhei E não acordei o sonho
Mas que errar O meu erro supremo foi de não querer errar.