Errei no dia em que vi Que errar é uma forma de aprender Por não gritar que o mundo tem que errar Errei no dia... Em que me neguei De ser tentador e presistente
Errei no dia em que sonhei dormido Acordei, dormi Errei no dia em que sonhei E não acordei o sonho
Mas que errar O meu erro supremo foi de não querer errar.
(*O que percebi depois de errar)
Autor: El-pintor
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Nesta vida... eu sim...
Nesta vida... eu sim...
Era um mero ajudante Mas já vi muito pra ser perito Eu cai, levantei, várias vezes eu sofri Sou frida, sou tereza, sou tristeza Sim!!! Nesta vida já fui tudo
Eu sim.... Se ainda canto o viver É que pactuei com a fenex Renasço quando fingo escrever
Autor: El-pintor
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O meu erro
O meu erro
Errei no dia em que vi Que errar é uma forma de aprender Por não gritar que o mundo tem que errar Errei no dia... Em que me neguei De ser tentador e presistente
Errei no dia em que sonhei dormido Acordei, dormi Errei no dia em que sonhei E não acordei o sonho
Mas que errar O meu erro supremo foi de não querer errar.
(*O que percebi depois de errar)
Autor: El-pintor
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As flores que quer tê-las, mas não sê-las
As flores que quer tê-las, mas não sê-las
Amar é crime no entender delas Bonitas que são, todo ser oposto quer tê-las, Mas pertence-las não Por algumas horas sim, mais que isso não O percurso pertence as celas Duma prisão de prazeres permanentes Onde todo visitante, inocente é o que não é Dela, sair é possível, mas querer sair não Obrigatório era entrar, mas permanecer é com elas Pela sensação, são trituradas em moelas A fragmentação não é sentida por elas Só sentem dor quando não é proporcionada a elas O privilégio de despedaçá-las, todo oposto aprecia Famintas que são, nem com dez pratos saciam Sim….falo daqueles seres Ambulantes de prazeres.
Chitlhango, S53l89 de Chibuto
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flores que quer tê-las, mas não sê-las
flores que quer tê-las, mas não sê-las
Amar é crime no entender delas Bonitas que são, todo ser oposto quer tê-las, Mas pertence-las não Por algumas horas sim, mais que isso não O percurso pertence as celas Duma prisão de prazeres permanentes Onde todo visitante, inocente é o que não é Dela, sair é possível, mas querer sair não Obrigatório era entrar, mas permanecer é com elas Pela sensação, são trituradas em moelas A fragmentação não é sentida por elas Só sentem dor quando não é proporcionada a elas O privilégio de despedaçá-las, todo oposto aprecia Famintas que são, nem com dez pratos saciam Sim….falo daqueles seres Ambulantes de prazeres.
Chitlhango, S53l89 de Chibuto
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O meu fracasso (Ignorância Humana)
Quando criança, eu sonhava Em ser uma uva, eu sonhava Por sorte, tornei-me uva Em ser banhado pela chuva, Também sonhava
Quando adulto, de sonhar eu parei Sem locomoção, como arvore parei De produzir oxigénio, também parei Quando velho, eu me arrependi… Do parar eu me arrependi… Da covardia também me arrependi… E da vida miserável eu desisti
Quando morto, eu me perguntei… Será que a minha vida alguma coisa valeu? Em ter resposta, ávido fiquei E morri novamente
94
《Só quando ela se foi》
Quando ela se foi, consegui distinguir O riso da felicidade A luz da luminosidade O diferente da diferença E outros enigmas da mesma raça
Quando ela se foi, senti agulha de horrores Perfurando o meu peito, como se estivesse a sondar O meu coração, sufocou-se com dores Levantou-se com o pranto, e começou a andar Com um tom, que não valia o provento Desesperado, arranquei-o do peito E lancei-o ao alto Só para verificar arrasto
De repente senti dor, de não sentir mais dor Amargurado, coloquei-o de volta Não porque sentia falta Mas talvez dor, de não tê-la de perto
Quando ela se foi Eu também me fui Em mente e em coração, morri Como quem ama o que se perdeu No mesmo dia que se ganhou.
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Sonho
Carvão afiado e uma régua de varão
Me falta o lugar certo E o material certo Para ser eu mesmo Uso carvão, e varão sobre o bloco Arquitecto o pouco que toco Pela minha imaginação Me supero a cada dia, seguindo a mim mesmo Subo montanhas e atravesso mares, e tento chegar lá. Não canto dificuldades, porque é fácil quando se está de bravuras.
61
Seu Demónio louco
Seu demónio depravado
O odeia O único que merece ser amado Considerando tudo que fez por ti Mesmo assim O odeia em vez de ama-lo
Por que você é assim? Seu ingrato. Você o chama de demónio louco?! Só porque te impede de brincar com seu amigo indecente E de sair a noite Só por isso?
Hoje é demónio louco Quem te ama incondicionalmente Quem te faz sorrir Quem te ajuda e te dá de comer E ainda o chama de palhaço atrasado.
Seu demónio louco.
Seu demónio depravado
E ainda o chama de palhaço atrasado?! Quem te ajuda e te dá de comer Que te faz sorrir Quem te ama incondicionalmente Hoje é demónio louco
Só porque te impede de sair a noite! E de brincar com seu amigo indecente! Você o chama de demónio louco Só por isso? Seu ingrato. Por que você é assim?
O odeia em vez de ama-lo O único que merece ser amado Considerando tudo que fez por ti Mesmo assim O odeia.
Seu demónio louco.
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Sou poeta, por acidente (Identidades Ocultas)
Sou poeta porque sinto O que sente
Não por escolha Simplesmente sinto Amor…. Dor, fervor…. Ardor de algo que não sinto Completamente Apenas nacos de sentimentos - Manipuladores - Metamorfos
Que saiem de dentro para fora Como palavras Em versos Estruturados em estrofes Que as vezes nada dizem Literalmente
Metaforicamente descrevem tudo Tudo que sinto sem querer Fizeram de mim um poeta por acidente E ainda foi por acidente que escrevi este poema.