Lista de Poemas
O meu erro
O meu erro
Errei no dia em que vi
Que errar é uma forma de aprender
Por não gritar que o mundo tem que errar
Errei no dia...
Em que me neguei
De ser tentador e presistente
Errei no dia em que sonhei dormido
Acordei, dormi
Errei no dia em que sonhei
E não acordei o sonho
Mas que errar
O meu erro supremo foi de não querer errar.
(*O que percebi depois de errar)
Autor: El-pintor
Errei no dia em que vi
Que errar é uma forma de aprender
Por não gritar que o mundo tem que errar
Errei no dia...
Em que me neguei
De ser tentador e presistente
Errei no dia em que sonhei dormido
Acordei, dormi
Errei no dia em que sonhei
E não acordei o sonho
Mas que errar
O meu erro supremo foi de não querer errar.
(*O que percebi depois de errar)
Autor: El-pintor
64
Se eu sobesse...
Se eu sobesse...
Abaixaria a arma, de Cabisbaixo eu me renderia
Não lutaria por ela
A trocaria pela pílula, e alguns papeis de samora
Me mictarria no mesmo dia que me engoli
Gritaria até no ouvido do silente, que não quero parir-me
Não nesta vida, talvez na próxima que virá.
(*Cansado de viver na miséria)
Autor: El-pintor
Abaixaria a arma, de Cabisbaixo eu me renderia
Não lutaria por ela
A trocaria pela pílula, e alguns papeis de samora
Me mictarria no mesmo dia que me engoli
Gritaria até no ouvido do silente, que não quero parir-me
Não nesta vida, talvez na próxima que virá.
(*Cansado de viver na miséria)
Autor: El-pintor
57
Nesta vida... eu sim...
Nesta vida... eu sim...
Era um mero ajudante
Mas já vi muito pra ser perito
Eu cai, levantei, várias vezes eu sofri
Sou frida, sou tereza, sou tristeza
Sim!!!
Nesta vida já fui tudo
Eu sim....
Se ainda canto o viver
É que pactuei com a fenex
Renasço quando fingo escrever
Era um mero ajudante
Mas já vi muito pra ser perito
Eu cai, levantei, várias vezes eu sofri
Sou frida, sou tereza, sou tristeza
Sim!!!
Nesta vida já fui tudo
Eu sim....
Se ainda canto o viver
É que pactuei com a fenex
Renasço quando fingo escrever
Autor: El-pintor
58
As flores que quer tê-las, mas não sê-las
As flores que quer tê-las, mas não sê-las
Amar é crime no entender delas
Bonitas que são, todo ser oposto quer tê-las,
Mas pertence-las não
Por algumas horas sim, mais que isso não
O percurso pertence as celas
Duma prisão de prazeres permanentes
Onde todo visitante, inocente é o que não é
Dela, sair é possível, mas querer sair não
Obrigatório era entrar, mas permanecer é com elas
Pela sensação, são trituradas em moelas
A fragmentação não é sentida por elas
Só sentem dor quando não é proporcionada a elas
O privilégio de despedaçá-las, todo oposto aprecia
Famintas que são, nem com dez pratos saciam
Sim….falo daqueles seres
Ambulantes de prazeres.
Chitlhango, S53l89 de Chibuto
83
flores que quer tê-las, mas não sê-las
flores que quer tê-las, mas não sê-las
Amar é crime no entender delas
Bonitas que são, todo ser oposto quer tê-las,
Mas pertence-las não
Por algumas horas sim, mais que isso não
O percurso pertence as celas
Duma prisão de prazeres permanentes
Onde todo visitante, inocente é o que não é
Dela, sair é possível, mas querer sair não
Obrigatório era entrar, mas permanecer é com elas
Pela sensação, são trituradas em moelas
A fragmentação não é sentida por elas
Só sentem dor quando não é proporcionada a elas
O privilégio de despedaçá-las, todo oposto aprecia
Famintas que são, nem com dez pratos saciam
Sim….falo daqueles seres
Ambulantes de prazeres.
Chitlhango, S53l89 de Chibuto
79
O meu fracasso (Ignorância Humana)
Quando criança, eu sonhava
Em ser uma uva, eu sonhava
Por sorte, tornei-me uva
Em ser banhado pela chuva,
Também sonhava
Quando adulto, de sonhar eu parei
Sem locomoção, como arvore parei
De produzir oxigénio, também parei
Quando velho, eu me arrependi…
Do parar eu me arrependi…
Da covardia também me arrependi…
E da vida miserável eu desisti
Quando morto, eu me perguntei…
Será que a minha vida alguma coisa valeu?
Em ter resposta, ávido fiquei
E morri novamente
Em ser uma uva, eu sonhava
Por sorte, tornei-me uva
Em ser banhado pela chuva,
Também sonhava
Quando adulto, de sonhar eu parei
Sem locomoção, como arvore parei
De produzir oxigénio, também parei
Quando velho, eu me arrependi…
Do parar eu me arrependi…
Da covardia também me arrependi…
E da vida miserável eu desisti
Quando morto, eu me perguntei…
Será que a minha vida alguma coisa valeu?
Em ter resposta, ávido fiquei
E morri novamente
83
《Só quando ela se foi》
Quando ela se foi, consegui distinguir
O riso da felicidade
A luz da luminosidade
O diferente da diferença
E outros enigmas da mesma raça
Quando ela se foi, senti agulha de horrores
Perfurando o meu peito, como se estivesse a sondar
O meu coração, sufocou-se com dores
Levantou-se com o pranto, e começou a andar
Com um tom, que não valia o provento
Desesperado, arranquei-o do peito
E lancei-o ao alto
Só para verificar arrasto
De repente senti dor, de não sentir mais dor
Amargurado, coloquei-o de volta
Não porque sentia falta
Mas talvez dor, de não tê-la de perto
Quando ela se foi
Eu também me fui
Em mente e em coração, morri
Como quem ama o que se perdeu
No mesmo dia que se ganhou.
O riso da felicidade
A luz da luminosidade
O diferente da diferença
E outros enigmas da mesma raça
Quando ela se foi, senti agulha de horrores
Perfurando o meu peito, como se estivesse a sondar
O meu coração, sufocou-se com dores
Levantou-se com o pranto, e começou a andar
Com um tom, que não valia o provento
Desesperado, arranquei-o do peito
E lancei-o ao alto
Só para verificar arrasto
De repente senti dor, de não sentir mais dor
Amargurado, coloquei-o de volta
Não porque sentia falta
Mas talvez dor, de não tê-la de perto
Quando ela se foi
Eu também me fui
Em mente e em coração, morri
Como quem ama o que se perdeu
No mesmo dia que se ganhou.
44
Sonho
Carvão afiado e uma régua de varão
Me falta o lugar certo
E o material certo
Para ser eu mesmo
Uso carvão, e varão sobre o bloco
Arquitecto o pouco que toco
Pela minha imaginação
Me supero a cada dia, seguindo a mim mesmo
Subo montanhas e atravesso mares, e tento chegar lá.
Não canto dificuldades, porque é fácil quando se está de bravuras.
Me falta o lugar certo
E o material certo
Para ser eu mesmo
Uso carvão, e varão sobre o bloco
Arquitecto o pouco que toco
Pela minha imaginação
Me supero a cada dia, seguindo a mim mesmo
Subo montanhas e atravesso mares, e tento chegar lá.
Não canto dificuldades, porque é fácil quando se está de bravuras.
41
Seu Demónio louco
Seu demónio depravado
O odeia
O único que merece ser amado
Considerando tudo que fez por ti
Mesmo assim
O odeia em vez de ama-lo
Por que você é assim?
Seu ingrato.
Você o chama de demónio louco?!
Só porque te impede de brincar com seu amigo indecente
E de sair a noite
Só por isso?
Hoje é demónio louco
Quem te ama incondicionalmente
Quem te faz sorrir
Quem te ajuda e te dá de comer
E ainda o chama de palhaço atrasado.
Seu demónio louco.
Seu demónio depravado
E ainda o chama de palhaço atrasado?!
Quem te ajuda e te dá de comer
Que te faz sorrir
Quem te ama incondicionalmente
Hoje é demónio louco
Só porque te impede de sair a noite!
E de brincar com seu amigo indecente!
Você o chama de demónio louco
Só por isso?
Seu ingrato.
Por que você é assim?
O odeia em vez de ama-lo
O único que merece ser amado
Considerando tudo que fez por ti
Mesmo assim
O odeia.
Seu demónio louco.
O odeia
O único que merece ser amado
Considerando tudo que fez por ti
Mesmo assim
O odeia em vez de ama-lo
Por que você é assim?
Seu ingrato.
Você o chama de demónio louco?!
Só porque te impede de brincar com seu amigo indecente
E de sair a noite
Só por isso?
Hoje é demónio louco
Quem te ama incondicionalmente
Quem te faz sorrir
Quem te ajuda e te dá de comer
E ainda o chama de palhaço atrasado.
Seu demónio louco.
Seu demónio depravado
E ainda o chama de palhaço atrasado?!
Quem te ajuda e te dá de comer
Que te faz sorrir
Quem te ama incondicionalmente
Hoje é demónio louco
Só porque te impede de sair a noite!
E de brincar com seu amigo indecente!
Você o chama de demónio louco
Só por isso?
Seu ingrato.
Por que você é assim?
O odeia em vez de ama-lo
O único que merece ser amado
Considerando tudo que fez por ti
Mesmo assim
O odeia.
Seu demónio louco.
38
Sou poeta, por acidente (Identidades Ocultas)
Sou poeta porque sinto
O que sente
Não por escolha
Simplesmente sinto
Amor….
Dor, fervor….
Ardor de algo que não sinto
Completamente
Apenas nacos de sentimentos
- Manipuladores
- Metamorfos
Que saiem de dentro para fora
Como palavras
Em versos
Estruturados em estrofes
Que as vezes nada dizem
Literalmente
Metaforicamente descrevem tudo
Tudo que sinto sem querer
Fizeram de mim um poeta por acidente
E ainda foi por acidente que escrevi este poema.
O que sente
Não por escolha
Simplesmente sinto
Amor….
Dor, fervor….
Ardor de algo que não sinto
Completamente
Apenas nacos de sentimentos
- Manipuladores
- Metamorfos
Que saiem de dentro para fora
Como palavras
Em versos
Estruturados em estrofes
Que as vezes nada dizem
Literalmente
Metaforicamente descrevem tudo
Tudo que sinto sem querer
Fizeram de mim um poeta por acidente
E ainda foi por acidente que escrevi este poema.
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