steliochitlhango

steliochitlhango

Filho do DEUS Humano

Perfil
2 579 Visualizações

A flor da minha vida

A flor da minha vida

Aquela flor, não é uma flor
Que murcha, que envelhece, que morre...
Ela simplesmente
Fulgura, rutila, tremula....
Estimula o sabor do odor

Aquela flor, não é uma flor
Pois não tem pétala nem odor
Mas, abalos produzem olor

Aquela flor, não...Não pode ser uma flor
Polem-escuro, pétala-negra, sepata-incolor
Não... ela só pode ser divinal

(*Significância )
Ler poema completo

Poemas

54

O meu erro

O meu erro

Errei no dia em que vi
Que errar é uma forma de aprender
Por não gritar que o mundo tem que errar
Errei no dia...
Em que me neguei
De ser tentador e presistente

Errei no dia em que sonhei dormido
Acordei, dormi
Errei no dia em que sonhei
E não acordei o sonho

Mas que errar
O meu erro supremo foi de não querer errar.

(*O que percebi depois de errar)

Autor: El-pintor
68

Salta atlas, Sopro corpos

Salta atlas, Sopro corpos

Salta atlas e diga ao mundo
Que sopro corpos, procuro o fundo
Do coração que preciso
Que dá sentido a vida

Salta atlas, diga ao mapa
Que busca o amor, da sua vida

Não trema, diga apenas que também sopra corpos, pelo amor.

("Despedida do amor enterno")

Autor: El-pintor
50

Se eu sobesse...

Se eu sobesse...

Abaixaria a arma, de Cabisbaixo eu me renderia
Não lutaria por ela
A trocaria pela pílula, e alguns papeis de samora

Me mictarria no mesmo dia que me engoli
Gritaria até no ouvido do silente, que não quero parir-me
Não nesta vida, talvez na próxima que virá.


(*Cansado de viver na miséria)

Autor: El-pintor
68

As flores que quer tê-las, mas não sê-las


As flores que quer tê-las, mas não sê-las 

Amar é crime no entender delas
Bonitas que são, todo ser oposto quer tê-las,
Mas pertence-las não
Por algumas horas sim, mais que isso não
O percurso pertence as celas
Duma prisão de prazeres permanentes
Onde todo visitante, inocente é o que não é
Dela, sair é possível, mas querer sair não
Obrigatório era entrar, mas permanecer é com elas
Pela sensação, são trituradas em moelas
A fragmentação não é sentida por elas
Só sentem dor quando não é proporcionada a elas
O privilégio de despedaçá-las, todo oposto aprecia
Famintas que são, nem com dez pratos saciam
Sim….falo daqueles seres
Ambulantes de prazeres.

Chitlhango, S53l89 de Chibuto
94

O meu fracasso (Ignorância Humana)

Quando criança, eu sonhava
Em ser uma uva, eu sonhava
Por sorte, tornei-me uva
Em ser banhado pela chuva,
Também sonhava

Quando adulto, de sonhar eu parei
Sem locomoção, como arvore parei
De produzir oxigénio, também parei


Quando velho, eu me arrependi…
Do parar eu me arrependi…
Da covardia também me arrependi…
E da vida miserável eu desisti

Quando morto, eu me perguntei…
Será que a minha vida alguma coisa valeu?
Em ter resposta, ávido fiquei
E morri novamente
95

flores que quer tê-las, mas não sê-las


flores que quer tê-las, mas não sê-las 

Amar é crime no entender delas
Bonitas que são, todo ser oposto quer tê-las,
Mas pertence-las não
Por algumas horas sim, mais que isso não
O percurso pertence as celas
Duma prisão de prazeres permanentes
Onde todo visitante, inocente é o que não é
Dela, sair é possível, mas querer sair não
Obrigatório era entrar, mas permanecer é com elas
Pela sensação, são trituradas em moelas
A fragmentação não é sentida por elas
Só sentem dor quando não é proporcionada a elas
O privilégio de despedaçá-las, todo oposto aprecia
Famintas que são, nem com dez pratos saciam
Sim….falo daqueles seres
Ambulantes de prazeres.

Chitlhango, S53l89 de Chibuto
88

《Só quando ela se foi》

Quando ela se foi, consegui distinguir
O riso da felicidade
A luz da luminosidade
O diferente da diferença
E outros enigmas da mesma raça

Quando ela se foi, senti agulha de horrores
Perfurando o meu peito, como se estivesse a sondar
O meu coração, sufocou-se com dores
Levantou-se com o pranto, e começou a andar
Com um tom, que não valia o provento
Desesperado, arranquei-o do peito
E lancei-o ao alto
Só para verificar arrasto

De repente senti dor, de não sentir mais dor
Amargurado, coloquei-o de volta
Não porque sentia falta
Mas talvez dor, de não tê-la de perto

Quando ela se foi
Eu também me fui
Em mente e em coração, morri
Como quem ama o que se perdeu
No mesmo dia que se ganhou.
62

Sonho

Carvão afiado e uma régua de varão

Me falta o lugar certo
E o material certo
Para ser eu mesmo
Uso carvão, e varão sobre o bloco
Arquitecto o pouco que toco
Pela minha imaginação
Me supero a cada dia, seguindo a mim mesmo
Subo montanhas e atravesso mares, e tento chegar lá.
Não canto dificuldades, porque é fácil quando se está de bravuras.
62

Seu Demónio louco

Seu demónio depravado

O odeia
O único que merece ser amado
Considerando tudo que fez por ti
Mesmo assim
O odeia em vez de ama-lo

Por que você é assim?
Seu ingrato.
Você o chama de demónio louco?!
Só porque te impede de brincar com seu amigo indecente
E de sair a noite
Só por isso?

Hoje é demónio louco
Quem te ama incondicionalmente
Quem te faz sorrir
Quem te ajuda e te dá de comer
E ainda o chama de palhaço atrasado.

Seu demónio louco.


Seu demónio depravado

E ainda o chama de palhaço atrasado?!
Quem te ajuda e te dá de comer
Que te faz sorrir
Quem te ama incondicionalmente
Hoje é demónio louco

Só porque te impede de sair a noite!
E de brincar com seu amigo indecente!
Você o chama de demónio louco
Só por isso?
Seu ingrato.
Por que você é assim?

O odeia em vez de ama-lo
O único que merece ser amado
Considerando tudo que fez por ti
Mesmo assim
O odeia.

Seu demónio louco.
60

A flor divinal (Sentimentos Ocultos)



Aquela flor, não é uma flor
Que murcha, que envelhece, que morre…
Ela simplesmente
Fulgura, rutila, tremula….
Estimula o sabor de odor

Aquela flor, não é uma flor
Pois não tem pólen nem odor
Mas abalos produzem olor

Aquela flor, não!....não pode ser uma flor
Pétala – escura, estigma – negra, sépala – incolor
Não!....ela só pode ser divinal

110

Comentários (0)

Partilhar
Iniciar sessão para publicar um comentário.

Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.