O mundo, é igual para todos
O mundo, é igual para todos
Carvão queima, carvão sofre
Carvão negro, carvão mulato
Carvão fantasma, também sente febre
Carvão branco, é carvão preto
Nesse mundo não tem preconceito
Se vive, então o seu também é buraco
Não é apenas o meu que é oco
Até de outro é coração seco, sem miolo de provento
Mesmo assim, vive e ama
Chora quando chega o momento
Quem sou eu, para ser vivo que não clama?!
Principalmente neste mundo que desmaia
E quando acorda transborda cheias
De sofrimentos e lamentos.
Carvão queima, carvão sofre
Carvão negro, carvão mulato
Carvão fantasma, também sente febre
Carvão branco, é carvão preto
Nesse mundo não tem preconceito
Se vive, então o seu também é buraco
Não é apenas o meu que é oco
Até de outro é coração seco, sem miolo de provento
Mesmo assim, vive e ama
Chora quando chega o momento
Quem sou eu, para ser vivo que não clama?!
Principalmente neste mundo que desmaia
E quando acorda transborda cheias
De sofrimentos e lamentos.
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