O Medo do Escuro
Hoje, acordo pela manhã
Manhã escura, e eu sinto medo do escuro
Entardecer sombrio, e eu sinto medo dessas trevas
À noite, a escuridão se arrasta
E, onde havia cor, há, agora, matizes de cinza e negro
Vejo, agora entendo, muitos não têm compaixão
Empatia é impossível para aqueles que bem não estão
O medo do escuro se mantém – e a solidão dói, como dói
A obscuridade pulsa em meu coração
E sinto medo do escuro – do escuro também em mim.
Pela manhã
À tarde
À noite
Meu Deus!
Alguém me salve!
Manhã escura, e eu sinto medo do escuro
Entardecer sombrio, e eu sinto medo dessas trevas
À noite, a escuridão se arrasta
E, onde havia cor, há, agora, matizes de cinza e negro
Vejo, agora entendo, muitos não têm compaixão
Empatia é impossível para aqueles que bem não estão
O medo do escuro se mantém – e a solidão dói, como dói
A obscuridade pulsa em meu coração
E sinto medo do escuro – do escuro também em mim.
Pela manhã
À tarde
À noite
Meu Deus!
Alguém me salve!
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Coruja Doce ê..
Julian Lael
Porque inteligência é tão braba, Não há como fugir dela pinguim; E age na surdina, logo acaba, Com o intelecto do mai…
Julian Lael
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael
Tudo o que pedi
Juntos, sem questionar,
no ritmo de Caribe clássico,
muito além dos petroglifos.
Ler com o que há de mais fino:
o casamento s…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Carta lacrada.
Esta carta lacrada em selo vermelho é para ti... que nunca irei conhecer... pois nunca me observou andando nas ruas desertas de minha cid…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*