PARÊNTESES DA VIDA
Encandeio-me de tanto olhar a luz
Os olhos fecham-se empoeirados e secos
Mesmo assim teimo olhar o céu que me seduz
E nascer de novo como num começo
Os ossos cansam meu sustento
Já não tenho a agilidade d’ outrora
Mas a dormência num corpo sonolento
E os ouvidos assobiam a toda a hora
Perco-me a cada um segundo
Repito as palavras esquecidas
E os nomes já confundo
Risco um presente da mente
Vivo num passado perdida
Caminhando mais oscilante
Évora, 22-01-2021 - Maria Antonieta Matos
Os olhos fecham-se empoeirados e secos
Mesmo assim teimo olhar o céu que me seduz
E nascer de novo como num começo
Os ossos cansam meu sustento
Já não tenho a agilidade d’ outrora
Mas a dormência num corpo sonolento
E os ouvidos assobiam a toda a hora
Perco-me a cada um segundo
Repito as palavras esquecidas
E os nomes já confundo
Risco um presente da mente
Vivo num passado perdida
Caminhando mais oscilante
Évora, 22-01-2021 - Maria Antonieta Matos
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Pedaços de ilusões ! - 09/09/2026
Pedaços de ilusões ! - 09/09/2026
Sinto pedaços de ilusões
Adejando em minha mente,
São vel…
Armando A. C. Garcia
zumbilésbia
ela foge e a cidade está tomada o camarada surge em sua mente qual mestre dos magos orientando-lhe na fuga que a situação é de luta todos…
Kátia Surreal
If I didn't had your love
If I didn't had your love My Father I would not be able to live Without your love Please Father give me Some love Because I know that You…
Aldo gabbay kraas
as músicas que escolho
posto poucas não há segredos só pretextos uma falsa trilha sonora regendo o percurso do dia hoje então me descubro quase um segundo quem…
Kátia Surreal