A última vez que amei
Asfixiar todas as inseguranças
Nas moléculas de celulose
Com caneta preta de ponta fina
Fazer tributo às árvores
Com as palavras
Da língua mãe
Desenhadas no papel
Que irão destrinchar
Dúvidas
Dívidas
Dores
Das conversas
Que não ocorreram
O silêncio
Dos toques
A pulsação
Das vozes
O último "eu te amo"
Sem adeus
Nas moléculas de celulose
Com caneta preta de ponta fina
Fazer tributo às árvores
Com as palavras
Da língua mãe
Desenhadas no papel
Que irão destrinchar
Dúvidas
Dívidas
Dores
Das conversas
Que não ocorreram
O silêncio
Dos toques
A pulsação
Das vozes
O último "eu te amo"
Sem adeus
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski