Eu preciso do mesmo combustível de um balão
tudo o que vejo pela minha janela
cheira a poesia
do filhote de pardal na torre da igreja
ao balançar de folhas nas copas das árvores
o céu nublado assombra
arrasta melancolia
me desfaço em nós
e prossigo íntegra
nas mãos
poemas de Maya Angelou
busco sentidos
palavras tangíveis
que caibam em mim
provoquem combustão
expandam meu ser polimerizado
como um balão
cheira a poesia
do filhote de pardal na torre da igreja
ao balançar de folhas nas copas das árvores
o céu nublado assombra
arrasta melancolia
me desfaço em nós
e prossigo íntegra
nas mãos
poemas de Maya Angelou
busco sentidos
palavras tangíveis
que caibam em mim
provoquem combustão
expandam meu ser polimerizado
como um balão
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Melancolias III
Nas praias desertas de minha cidade costumava me sentar ... e a observar a solidão que me traz o mar. as verdades de meu corpo e de minha…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
COM FÉ
Tenho muita fé, Creio em tudo, Só não creio Na falta de fé. Vou com tudo, Às vezes paro, Giro o mundo, Tá tudo caro. Embora eu não crei…
Celso Ciampi
Lula la...
Lula la... bem vindo a vitória dos corações brasileiros ... bem vindo ao país de uma social democracia . Lula la ... sempre de coração a…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Papa Bois e Mama D’Leau
Acordar ao seu lado em Trinidad e Tobago,
receber o seu beijo romântico e apaixonado,
e entregar a alma convicta e o peito devotado…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski