Gemido do coração
Grita em mim
Uma ânsia pelo toque
De recolher
Para dentro
Dois dedos
E a sua boca
Que não me chama
Quente
Tateia minha vulva
Com a língua
Lambe meu aguar
Entre córregos
Atravessando montes
Pubianos
Sente o cheiro
Da chuva ácida
Beija interno
O osso
Esterno
E me fode
O que pulsa
Uma ânsia pelo toque
De recolher
Para dentro
Dois dedos
E a sua boca
Que não me chama
Quente
Tateia minha vulva
Com a língua
Lambe meu aguar
Entre córregos
Atravessando montes
Pubianos
Sente o cheiro
Da chuva ácida
Beija interno
O osso
Esterno
E me fode
O que pulsa
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Flores e amores
Poderia ter nascido uma flor, mas o que nasceu era um sentimento.
Poderia ter sido uma rosa, mas era um amor.
Poderia estar em …
A poesia de JRUnder
Poeira em desencanto.
Tem vezes que quando observo o infinito - todas as cores despontam... e meus olhos e ouvidos ouvem o chiar das trombetas dos deuses. A t…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Brasil ! teus filhos exigem mudanças (soneto) - 11/05/2016
Brasil ! teus filhos exigem mudanças,
A mudança radical, te conclamam
Jazem de joelhos suas esperanças
Por um …
Armando A. C. Garcia
Naturalmente, (soneto) - 12/12/2017
Naturalmente, sonhando acordado
Controlando desejo e emoção
Verdade ou mentira, que importa então,
Se este meu…
Armando A. C. Garcia