Ao me perder
Ao me sentir presa em mim
Pude entender a liberdade
Quando os braços me faltaram
Entendi o poder do abraço
Sentindo um medo de andar livre
Vaguei pela casa vazia
Descobri coisas antigas
Valores substituídos pelo tempo
Revivi memórias perdidas
E me refiz, de jogos de tabuleiros
Que nem sei como se joga mais
Testei receitas imaginarias
Contei grãos de feijão
Descobri plantas no meu terreiro,
Que não são, mato não
Aprendi, que o choro vem de dentro,
Sem motivo algum
Entendi, que o coração se rasga de saudade,
E dói
Que o eu te amo do telefone
Não tem a mesma verdade, que o dos olhos
Que a cerveja da minha mesa não é tão boa
Quando as cadeiras estão vazias
Que a limpeza da casa não é tão necessária
Quando tudo já esta limpo
E o ócio, leva ao desespero.
A Netflix não ocupa o lugar do sorriso,
Do medo, do grito,
Não substitui sensações,
A tela do telefone ainda é fria
O toque é vazio de encanto
E aquele que se diz solitário
Senti falta da solidão escolhida
Vivida, curtida
Sem obrigação, sem medo, sem dor.
Pude entender a liberdade
Quando os braços me faltaram
Entendi o poder do abraço
Sentindo um medo de andar livre
Vaguei pela casa vazia
Descobri coisas antigas
Valores substituídos pelo tempo
Revivi memórias perdidas
E me refiz, de jogos de tabuleiros
Que nem sei como se joga mais
Testei receitas imaginarias
Contei grãos de feijão
Descobri plantas no meu terreiro,
Que não são, mato não
Aprendi, que o choro vem de dentro,
Sem motivo algum
Entendi, que o coração se rasga de saudade,
E dói
Que o eu te amo do telefone
Não tem a mesma verdade, que o dos olhos
Que a cerveja da minha mesa não é tão boa
Quando as cadeiras estão vazias
Que a limpeza da casa não é tão necessária
Quando tudo já esta limpo
E o ócio, leva ao desespero.
A Netflix não ocupa o lugar do sorriso,
Do medo, do grito,
Não substitui sensações,
A tela do telefone ainda é fria
O toque é vazio de encanto
E aquele que se diz solitário
Senti falta da solidão escolhida
Vivida, curtida
Sem obrigação, sem medo, sem dor.
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