HUMANO, APENAS
A mim é suficiente as minhas próprias mãos, os meus próprios pés;
viver o que me é possível perceber sem questionar a veracidade de sua realidade,
sem saber se meu corpo e minha alma são ou não uma única coisa.
Quanto às parcelas no fim do mês, dá-se sempre um jeito.
Mas o peso do mundo, esse é insuportável,
esse deve, sempre que possível, permanecer externo e alheio.
Sou homem, sou humano, e é isso que quero ser, cada vez mais.
Retirei de mim toda pretensão divina e toda amizade celestial,
em nome da simplicidade de se saber animal humano, bicho homem que sou.
viver o que me é possível perceber sem questionar a veracidade de sua realidade,
sem saber se meu corpo e minha alma são ou não uma única coisa.
Quanto às parcelas no fim do mês, dá-se sempre um jeito.
Mas o peso do mundo, esse é insuportável,
esse deve, sempre que possível, permanecer externo e alheio.
Sou homem, sou humano, e é isso que quero ser, cada vez mais.
Retirei de mim toda pretensão divina e toda amizade celestial,
em nome da simplicidade de se saber animal humano, bicho homem que sou.
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