ASAS DE OURO
(Coletânea ASAS DE OURO - Homenagem a Amália Rodrigues)
ASAS DE OURO
Pobre e nobre do Fundão
Onde o tempo mais castiga
Não registada no balcão,
Mas lá nasceu a rapariga.
Mais tarde cinco verões
Num assento de Lisboa
Nasceria prás canções,
Fado “penas” e “malhoa”.
Bem cantou o grande Camões
D. Dinis, Ary, O’Neill e Alegre,
Mas pra tão lindas canções
Um simples poeta serve.
A nossa diva do fado
Que voou por todo o mundo
De sentimento amarrado
Arrancado bem do fundo
Do peito deste país.
Um firme grito no estio
Com cetro de imperatriz:
Povo que lavas no rio…
José António de Carvalho, 19-novembro-2020
Poema foi vencedor (ex aequo Alberto Cuddel e Ana Júlia Casimiro) do Concurso "Fado e Letras (Homenagem à Diva do fado, Amália Rodrigues) pela Câmara Municipal de Alenquer através da Biblioteca Municipal em colaboração com a Rádio Voz de Alenquer.
ASAS DE OURO
Pobre e nobre do Fundão
Onde o tempo mais castiga
Não registada no balcão,
Mas lá nasceu a rapariga.
Mais tarde cinco verões
Num assento de Lisboa
Nasceria prás canções,
Fado “penas” e “malhoa”.
Bem cantou o grande Camões
D. Dinis, Ary, O’Neill e Alegre,
Mas pra tão lindas canções
Um simples poeta serve.
A nossa diva do fado
Que voou por todo o mundo
De sentimento amarrado
Arrancado bem do fundo
Do peito deste país.
Um firme grito no estio
Com cetro de imperatriz:
Povo que lavas no rio…
José António de Carvalho, 19-novembro-2020
Poema foi vencedor (ex aequo Alberto Cuddel e Ana Júlia Casimiro) do Concurso "Fado e Letras (Homenagem à Diva do fado, Amália Rodrigues) pela Câmara Municipal de Alenquer através da Biblioteca Municipal em colaboração com a Rádio Voz de Alenquer.
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