CAMINHOS DO SILÊNCIO
Vou por caminhos desconhecidos
à procura de silêncio e flores...
que aconpanhem meu corpo híbrido
na noite suave...
escura
mas só ouço ruídos
no rastejar da minha consciência
adormecida.
Colho espinhos...
na beira de veredas já velhas
pelo passar do tempo
identifico-me
com elas.
Eles, os espinhos...
são o meu pão amargo
e doce...
que me alimenta as horas...
Comentários (1)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Rosa / Faro
2011-03-06
Um poema sentido. Quase me fez chorar. Caminhos do Silêncio, onde tantas pessoas se passeiam. Cump. Rosa
Outros poemas de participantes
Circuncisão .
Minha figura não é das mais belas > nem das mais obscuras , mas nem por isso deixo de observar as belas mulheres , que passam pela min…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Cogumelos .
O mundo escuro da solidão > partiu para um amanhecer , onde os céus são vários - onde as vidas latentes são várias , onde se mata e …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Os ombros
Os ombros . Ir é o que há até mesmo com o que houver em falta: os grãos de uma coragem já quase de todo esquecida ir com o peso da a…
Darlan de Matos Cunha
Orquídeas negras
Coloquei o esplendor de orquídeas negras,
para observar os senhores das guerras.
Revigoro a memória corpórea como quem
dança a …
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski