ESCRAVO POETA
ESCRAVO POETA
No meio do caminho à Europa
Amarrado estava dos pés a cabeça
Éramos escravos rodeados de tropas
Sem qualquer valor, mera peça.
Sem liberdade de abrir a boca
A língua batia sobre os dentes
A vontade era de abrir a boca
E motivar uma luta de repente.
Enquanto a lua rasgava a noite
Encontrava-me sobre o meu sentir
Era dor ouvindo o som do chicote
Que rasgava a pele sem fingir.
Era escravo, era um escravo poeta,
Poeta sem liberdade na fala
Era livre nas mãos, pintava poesia com a caneta.
Do suor, do sangue, do trabalho esforçado sem meta.
A alma se alimentava de saudade
Dos sonhos, dos sorrisos deixados atrás,
Do tempo que voava livre saboreando a liberdade,
Hoje vivo como escravo, um escravo poeta,
Que só quer morrer em paz! 06-01-2019
GARCIA 60
No meio do caminho à Europa
Amarrado estava dos pés a cabeça
Éramos escravos rodeados de tropas
Sem qualquer valor, mera peça.
Sem liberdade de abrir a boca
A língua batia sobre os dentes
A vontade era de abrir a boca
E motivar uma luta de repente.
Enquanto a lua rasgava a noite
Encontrava-me sobre o meu sentir
Era dor ouvindo o som do chicote
Que rasgava a pele sem fingir.
Era escravo, era um escravo poeta,
Poeta sem liberdade na fala
Era livre nas mãos, pintava poesia com a caneta.
Do suor, do sangue, do trabalho esforçado sem meta.
A alma se alimentava de saudade
Dos sonhos, dos sorrisos deixados atrás,
Do tempo que voava livre saboreando a liberdade,
Hoje vivo como escravo, um escravo poeta,
Que só quer morrer em paz! 06-01-2019
GARCIA 60
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