De cara no chão
De cara no chão tentam te colocar de uma forma que sua imagem fique suja o filme queimado como a gíria fazemte de puta nunca a calúnia mais tiram seu princípio norteador colocamte sem temor na sarjeta sem nada na carteira de tal forma que você nunca se levante,ainda te tiram seu montante o que tem o que sobrou e te colocam no fundo do poço sem horror.Não somente a imagem mais sua existência.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
dopo la tempesta
depois da tempestade é que se sabe trabalhar cansa feito um teorema um dilema na conta do dia depois da tempestade gritos tardios dois r…
Darlan de Matos Cunha
canção para desfile de tropas
música para desfile de tropas aqui não se faz possível mas o mundo é vasto para tanto pasto para tanto risco gestor de si mesmo às avessa…
Darlan de Matos Cunha
Liberdades e opioides
Nem sempre à noite, mas de noite, sempre. As chaves rodam soturnas, esperançosas de um voltar tardio. Lá fora, o fumo passa ao dedo, em r…
Rafael Gonçalves
pender
pender feito cipó procurando algo mais do que o abrigo da árvore gigante busca-se o solo assim é pender de cabeça para baixo - que o noss…
Darlan de Matos Cunha