Diálogo em um bar e com algum que comprava mercadorias minhas a preço baixo
No bar avia o dono e alguns clientes eu vendia então algo para comprar tabacco e em duas vezes eu esplicava a um,um crime ocorrido comigo e ele relutante em compreender minha posição em relação ao fato outro dizia que alugou uma bicicleta e comprou um mercadoria o outro falava de transações minerais eu disselhe então eu falo um pouco de chinês e ele não deu atenção e saiu mesmo eu falando algumas frases em chinês,todos sabiam de alguma formação academica minha nisso ou naquilo e no decorrer da conversa das conversas mesmo uma delonga para recolher informações tal para constituição dos seus alicerces mesmo reluntantes em reconhecer minha posição,outro o dono sempre con alguma piada pois sabia mesmo eu posição subalterna ainda comprava seu tabacco e o comprador das minhas mercadorias a preço injusto notando que o preço mudaria e ele talvez nao tivesse dinheiro foi rispido pois era naquela o que lhr aprouver.Sendo assim entre o aluguel de uma bicilcleta uma informação ou comprae venda notei depois de um tempo o poder aquisitivo e a capacidade de todos ali creio eu que nenhum tenha mais que quinta série do ensibo fundamental.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
O tão somente belo
Eu
Verterei
Em algumas palavras
A essência
A menção
E a significação
Daquilo que seja o tão somente belo …
de Oliveira Melo
dopo la tempesta
depois da tempestade é que se sabe trabalhar cansa feito um teorema um dilema na conta do dia depois da tempestade gritos tardios dois r…
Darlan de Matos Cunha
canção para desfile de tropas
música para desfile de tropas aqui não se faz possível mas o mundo é vasto para tanto pasto para tanto risco gestor de si mesmo às avessa…
Darlan de Matos Cunha
Liberdades e opioides
Nem sempre à noite, mas de noite, sempre. As chaves rodam soturnas, esperançosas de um voltar tardio. Lá fora, o fumo passa ao dedo, em r…
Rafael Gonçalves