A PERDA
A PERDA
Ela pode ser silenciosa,
ou vir como um trovão.
Ela poder libertadora,
ou se tornar uma longa, ou eterna prisão.
Ela pode ser acompanhada de risos,
mas muitas vezes vem em forma de lágrimas.
Ela vem pela manhã, algumas vezes pela tarde,
Mas sempre a pior é a que chega pela noite.
Ela é sempre doída,
Pois não se pode entender.
Ela é dilacerante,
Quando é repentina.
A perda, não importa como ela venha:
Silenciosa ou como um trovão,
Libertadora ou como prisão,
Sorridente ou com lágrimas,
Pela manhã, tarde ou noite,
Doída e sem entendimento,
Dilacerante e repentina.
Será sempre uma perda,
Uma grande perda que deixa um grande vazio.
Gibson J. de Santana 01/09/2015
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
COMO EU SOFRO
Sofro por ser honesto, Por falar o que deve ser dito, Para alguns eu não presto, Mas pelo menos não minto!
Celso Ciampi
Um texto sobre a terceira idade.
Não me preocupo com minha decadência física ... mas sim com a dignidade de sobreviver em um mundo cada vez mais capitalista e desumano. B…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
As fontes secam.
Todas as fontes do bem querer secam ... quando não se repor o milagre da vida em seu esplendor. O nosso amor é longo e esta vida é curta…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
DANCE COMIGO ANTES DE APAGAR A LUZ
Uma canção lenta que enche os cantos silenciosos como um ritmo ondulante a invadir peles e sentidos Uma luz bruxuleante ao sopé da…
Daisy