A PERDA

A PERDA 
 
Ela pode ser silenciosa, 
ou vir como um trovão. 
 
Ela poder libertadora, 
ou se tornar uma longa, ou eterna prisão. 
 
Ela pode ser acompanhada de risos, 
mas muitas vezes vem em forma de lágrimas. 
 
Ela vem pela manhã, algumas vezes pela tarde, 
Mas sempre a pior é a que chega pela noite. 
 
Ela é sempre doída, 
Pois não se pode entender. 
 
Ela é dilacerante, 
Quando é repentina. 
 
A perda, não importa como ela venha: 
Silenciosa ou como um trovão, 
Libertadora ou como prisão, 
Sorridente ou com lágrimas, 
Pela manhã, tarde ou noite, 
Doída e sem entendimento, 
Dilacerante e repentina. 
 
Será sempre uma perda, 
Uma grande perda que deixa um grande vazio. 
 
Gibson J. de Santana 01/09/2015 
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