Sophia I
Procuro-te no sol da manhã,
Procuro-te no luar inconsolado,
Procuro uma réstia de ti
Que habita agora no passado
Penso e relembro
Deste-me tudo menos tempo
Regaste a nossa semente com o teu amor
Que crescia numa bela flor,
Cortada pelo caule num golpe de letargia
É agora ornamento defeituoso
Destinado ao lamento da terra fria.
Encontro-me aqui
Meio perdido,
Meio de um todo partido
Assente na ambição do teu ser
Silhueta escondida no vulto do teu viver.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Ainda estou aqui.
Para ser sincero me mantenho como Deus quer... com mágoas e sofrimento no meu coração - nada tenho - nada possuo - nesta minha luta , on…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
É rica...
Jorge E. Leal
É Rica por conhecer a História, Mantém seus sonhos secretos. Da França, caminha na glória, Em busca, anseios concret…
Julian Lael
Marítima alusão da vida
no convés de mim singro minhas águas as que fluem do riso as que nadam as lágrimas quase todas resumidas nas correntezas que lavro atrav…
AurelioAquino
So sad he had to go
So sad he had to go
Yes he was suffering a lot
He was an alcoholic also
He used to drink like fish
Yes he was destroying his liver
A…
Aldo gabbay kraas