Do toque reza a lenda
Que se desenvolve no pensamento incompleto
Da ilusão do amor esperado,
Substituído pela ausência de afeto
Domínio carnal,
No labirinto da memória perdido,
Reside no presente fugaz
E remonta ao passado do beijo esquecido.
Condenado ao pedaço de pano,
Que divide o ser do humano,
Agarra-se à esperança esquiva do brilho intermitente,
Pedindo que este não brilhe só quando o sol consente.
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