Tetraedro de fogo
Estenderam sobre o fogo
as mão doloridas de calor,
roupagens de ossos fortes
ligadas ao cérebro disjuntor.
Graus exatos de caótico fulgor,
reorganizaram-se os átomos,
os pixels sagrados do ardor
que em combustão ígnea,
por convecção, as arrebatou.
Irradiou por todos os ventos
as cinzas do vil sonhador,
que por condução atômica,
solveu e não coagulou.
Seja lá quem fossem as mãos,
estavam vivas noutras poesias
que o próprio dono criou.
as mão doloridas de calor,
roupagens de ossos fortes
ligadas ao cérebro disjuntor.
Graus exatos de caótico fulgor,
reorganizaram-se os átomos,
os pixels sagrados do ardor
que em combustão ígnea,
por convecção, as arrebatou.
Irradiou por todos os ventos
as cinzas do vil sonhador,
que por condução atômica,
solveu e não coagulou.
Seja lá quem fossem as mãos,
estavam vivas noutras poesias
que o próprio dono criou.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski