Dentro dos meus ossos esponjosos
reside uma selva eterna,
que se conecta comigo
através de cada fluido corporal.
Parar para meditar é prestar atenção
na sorrateira conversa entre os órgãos,
suas fofocas milenares,
seus sussurros dissonantes.
Quando confiei meus pés na terra,
estatelei todos os sentidos para dentro,
ouvi uma serpente se enrolar
pela minha espinha dorsal,
misteriosamente natural.
reside uma selva eterna,
que se conecta comigo
através de cada fluido corporal.
Parar para meditar é prestar atenção
na sorrateira conversa entre os órgãos,
suas fofocas milenares,
seus sussurros dissonantes.
Quando confiei meus pés na terra,
estatelei todos os sentidos para dentro,
ouvi uma serpente se enrolar
pela minha espinha dorsal,
misteriosamente natural.
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