Tic-tac, tic-tac...
Lá se vai mais um segundo,
com sessenta, mais um minuto
com sessenta, mais uma hora,
logo, em pouco tempo,
mais uma vida vai embora.
Toca o vaidoso Big Bem,
que em contínua vigília,
vai a todos acordando,
e ao mundo relembrando
a enfadonha monotonia.
Toca o relógio da donzela,
que apesar de tão bela,
esguia tal qual uma gazela,
impaciente, espera o amor
que um dia já foi dela.
Toca o relógio do velho senhor,
sentado na varanda do destino
recorda seus dias de criança,
deixando escapar a lembrança
que garante a sua esperança.
Mas nem assim o tempo para,
mesmo que todos o esqueçam,
em cada tic ou tac
mais um segundo é roubado
da vida de um desavisado.
Tic-tac, tic-tac...
com sessenta, mais um minuto
com sessenta, mais uma hora,
logo, em pouco tempo,
mais uma vida vai embora.
Toca o vaidoso Big Bem,
que em contínua vigília,
vai a todos acordando,
e ao mundo relembrando
a enfadonha monotonia.
Toca o relógio da donzela,
que apesar de tão bela,
esguia tal qual uma gazela,
impaciente, espera o amor
que um dia já foi dela.
Toca o relógio do velho senhor,
sentado na varanda do destino
recorda seus dias de criança,
deixando escapar a lembrança
que garante a sua esperança.
Mas nem assim o tempo para,
mesmo que todos o esqueçam,
em cada tic ou tac
mais um segundo é roubado
da vida de um desavisado.
Tic-tac, tic-tac...
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Coruja Doce ê..
Julian Lael
Porque inteligência é tão braba, Não há como fugir dela pinguim; E age na surdina, logo acaba, Com o intelecto do mai…
Julian Lael
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael
Tudo o que pedi
Juntos, sem questionar,
no ritmo de Caribe clássico,
muito além dos petroglifos.
Ler com o que há de mais fino:
o casamento s…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Carta lacrada.
Esta carta lacrada em selo vermelho é para ti... que nunca irei conhecer... pois nunca me observou andando nas ruas desertas de minha cid…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*