Diálogo
Na solidão da minha metrópole
Não há pássaros a cantar
Não há sonhos a se sonhar
Há um jardim
De doces mentiras
De amargas epifanias
Há um jardim e,
Nele, há uma flor
Pequena e virginal
Pura das melancolias
Branda como Iracema
Na metrópole da minha solidão
Só se revela a mim
A mim
Somente a mim
A mais ninguém
Posso vê-la só eu
A mim só pode ver ela
Não há pássaros a cantar
Não há sonhos a se sonhar
Há um jardim
De doces mentiras
De amargas epifanias
Há um jardim e,
Nele, há uma flor
Pequena e virginal
Pura das melancolias
Branda como Iracema
Na metrópole da minha solidão
Só se revela a mim
A mim
Somente a mim
A mais ninguém
Posso vê-la só eu
A mim só pode ver ela
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Baby don't leave me
Baby don't leave Me for somebody else Because I want you to be mine For the rest of my life I want you to be happy with me Because I coul…
Aldo gabbay kraas
Brinco-de-Princesa em flor
Brinco-de-Princesa em flor
em plena Mata Atlântica
no inverno de Santa Catarina,
De noite é varandinha
para o gentil vaga-l…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Espirito de Leveza .
Basta ter no coração, uma imensa flor desenhada da mais pura das mãos , que as saudades nunca o fará sofrer de solidão. Basta ter um espi…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
VALE MAIS TARDE DO QUE NUNCA
Vale mais tarde o passo que desperta, Que cedo andar sem rumo ou direção, Quem busca a luz, ainda que na incerta, Descobre enfim o fruto …
Maria Antonieta Matos