Passos
À beira do vazio
Um lugar ou uma ideia
Destinado aos destinados
Sem tempo, sem areia
Cada passo é um momento
Nada previsto, nada criado
No lapso do vazio ao existente
Não se sabe se aquilo foi presente
Incertezas, desconfianças
Prendendo nossas gastas solas
Esperança e liberdade
Somente no que se faz pleno a nulidade
Assim são feitas as constantes
Adjuntas ao mutável
Transformando o nosso meio
Num futuro complexo, imaginário
Tudo foi sim premeditado
Portanto, como não existe seu desejo?
Nesses ramos sem fim vislumbrado
Dessa gloriosa árvore do destino
Um lugar ou uma ideia
Destinado aos destinados
Sem tempo, sem areia
Cada passo é um momento
Nada previsto, nada criado
No lapso do vazio ao existente
Não se sabe se aquilo foi presente
Incertezas, desconfianças
Prendendo nossas gastas solas
Esperança e liberdade
Somente no que se faz pleno a nulidade
Assim são feitas as constantes
Adjuntas ao mutável
Transformando o nosso meio
Num futuro complexo, imaginário
Tudo foi sim premeditado
Portanto, como não existe seu desejo?
Nesses ramos sem fim vislumbrado
Dessa gloriosa árvore do destino
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
delírio encapsulado
presa estou pela manhã a recolher as lágrimas livre sou à noite ao te recolher em minha cápsula quando me transbordar, a tez partida será…
Kátia Surreal
Dissonantes, se confundem - 09/09/2026
Será que a alegria é irmã da tristeza
Dissonantes, separadas se confundem,
A alegria é a exultação do bem estar
…
Armando A. C. Garcia
Muros de pedra ! - 24/07/2026
Eu tinha o mundo perdido
Na palma de minha mão,
Livre e solto, sacudido
Sem dinheiro, sem tostão.
…
Armando A. C. Garcia
A força inexplicável ! - (soneto) - 25/07/2026
A força inexplicável, chamada sorte,
Como não é constante no indivíduo,
Por não ser ela um predicado assíduo
N…
Armando A. C. Garcia