Memórias
Revivendo o passado
De novo, o novamente
Num passo quase que constate
Infectando minha mente
Esse momento se repete
Não consigo esquecer
Assim como tantos outros
O que me resta é lamentar, sofrer
Memórias para que?
Se nelas só mostram o repugno do meu ser
Eu só queria entender
Que castigo é esse de me fazer rever?
Não há nada de bom
Pois este conceito está nublado
Na minha consciência que só vê o errado
Na minha cabeça que não larga o passado
Não quero mais essa amargura
Não preciso mais dessa nostalgia
Quero criar algo novo
Por mais que seja assim, efêmera
Iluminarei esse vazio
Talvez ache algo que me prenda
Algo que de vez me salve
Algo que me faça parar de lamentar
Não irei cair nessa
De vez já me perdi no sombrio
Não há barganha que me tire desse eco
Já está tudo corrompido
Minhas lembranças, minhas memórias
Sim, meu tempo vivido
Não terei nada do que reclamar
Se por fim, eu de nada fazer
Nenhum erro a cometer
Essa será minha memória
Uma esperança virgem
Que há tempos se converteu
Para um conceito pútrido
De novo, o novamente
Num passo quase que constate
Infectando minha mente
Esse momento se repete
Não consigo esquecer
Assim como tantos outros
O que me resta é lamentar, sofrer
Memórias para que?
Se nelas só mostram o repugno do meu ser
Eu só queria entender
Que castigo é esse de me fazer rever?
Não há nada de bom
Pois este conceito está nublado
Na minha consciência que só vê o errado
Na minha cabeça que não larga o passado
Não quero mais essa amargura
Não preciso mais dessa nostalgia
Quero criar algo novo
Por mais que seja assim, efêmera
Iluminarei esse vazio
Talvez ache algo que me prenda
Algo que de vez me salve
Algo que me faça parar de lamentar
Não irei cair nessa
De vez já me perdi no sombrio
Não há barganha que me tire desse eco
Já está tudo corrompido
Minhas lembranças, minhas memórias
Sim, meu tempo vivido
Não terei nada do que reclamar
Se por fim, eu de nada fazer
Nenhum erro a cometer
Essa será minha memória
Uma esperança virgem
Que há tempos se converteu
Para um conceito pútrido
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