Séculos de armazenamento evolutivo, comportamento recarregado pelas baterias da configuração sociobiológica. A sombra do simulacro no jugo do real permanece, o mito da caverna mais presente do que nunca: eis a história do mundo. Exaustação, exaustação, a nova liturgia do pós-moderno, fatigado por si, escravizado pelo seu Eu-superior; Deus morto, mas mais vivo do que antes, a tecnologia é o evento antecedente à moral, a você e tudo o que ex-siste. Sua forma e essência são fagulhas do seu eu limitado, o seu eu primitivo. Seu protocolo é a sua mixaria de prazer, um amor-ódio denunciado pelo transhumanismo. Você será substituído, iminentemente, pela lei de Moore, os transistores já são a pedra filosofal de uma sociedade. O subúrbio interno de um ser morre diariamente, a vida é transitória e mais incerta do que tudo, tudo é efêmero e muito confuso em simultâneo.
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