Repressão Poética
Caminhando entre versos perdidos
na mão, os papiros ditando as regras
da razão. Sílabas nas construções,
nos grandes muros, sermões;
exército marchando a pátria
poética, cantarolando na mira
de rima noética.
Ele atira contra a vanguarda:
sangra o civil em desalento.
Exaure sua mágoa, escreve
antologia de lamento, e apaga
o macabro livro, suspira...
vidas perdidas um dia.
na mão, os papiros ditando as regras
da razão. Sílabas nas construções,
nos grandes muros, sermões;
exército marchando a pátria
poética, cantarolando na mira
de rima noética.
Ele atira contra a vanguarda:
sangra o civil em desalento.
Exaure sua mágoa, escreve
antologia de lamento, e apaga
o macabro livro, suspira...
vidas perdidas um dia.
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