Infantilidade

Me nego, me nego a acreditar
Naquele que vejo ainda caminhar. 
Insisto, persisto em não ver
Ainda que a imensidão azul emane você.

Não quero falar, nem respirar
Tendo ciência de que você está por aí
Me esperando para tudo acertar,
E me lembrar de tudo que te traí.

O amanhã é uma tragédia,
Nem mesmo a merda de uma comédia,
Exala sujeira e muita asneira.

Como posso eu profetizar?
Nem me venha com tuas profecias "verdadeiras"
Se nem do meu lugar posso me levantar.
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