Gesundheit
Já é noite
E me permeia um leve aperto no peito,
Parece que a dor encontrou sua casa de veraneio
Trazendo suas armas, preparando o açoite.
Que posso eu fazer?
Se essa dor acaba por me trazer prazer
E transforma toda essa dura muralha
Em grandes paredes de palha.
Gosto de em ti pensar,
Mas a primeira vigília nem pensa em acabar,
E já me apresso para poder deitar.
A culpa é minha,
A pressa esmagou a joaninha,
Que nem conseguiu terminar a poesinha.
E me permeia um leve aperto no peito,
Parece que a dor encontrou sua casa de veraneio
Trazendo suas armas, preparando o açoite.
Que posso eu fazer?
Se essa dor acaba por me trazer prazer
E transforma toda essa dura muralha
Em grandes paredes de palha.
Gosto de em ti pensar,
Mas a primeira vigília nem pensa em acabar,
E já me apresso para poder deitar.
A culpa é minha,
A pressa esmagou a joaninha,
Que nem conseguiu terminar a poesinha.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski