posto o coração em desafogo...sonho
dou asas ao sentimento
e toda a trama se desfaz
caída nos braços do esquecimento
a mente em branco
a realidade a rir-se de mim
e eu em paz...
chove a potes,
a emoção cansa-me,
o pulso altera-se
e o sono vence-me,
a recordação convence-me
e vou um pouco mais aquém
pois ela me leva sempre mais além...
frente a frente fiquei
com a frescura da brisa do rio
e ali me deixei...no sonho
ao passar a ponte o céu clareou
ficou limpo, as coisas ganharam cor
ouvi o ulular do vento nas canas
as rolas cantando ao amor
depois um estranho silêncio
o ânimo afrouxa
deixo-me pela saudade arrastar
pego na trouxa
e vou ao rio lavar...
ah...ser poeta é ser ninguém,
ser livre e ser vazio, é como
ser nuvem sem água,
ainda assim chorar de mágoa
ir sempre um pouco mais além
trazer os pensamentos à mão
pintar a vida com alma e coração
neste sonhar que minha alma adoça
não há mal ...que mal chegar lhe possa.
natalia nuno
e toda a trama se desfaz
caída nos braços do esquecimento
a mente em branco
a realidade a rir-se de mim
e eu em paz...
chove a potes,
a emoção cansa-me,
o pulso altera-se
e o sono vence-me,
a recordação convence-me
e vou um pouco mais aquém
pois ela me leva sempre mais além...
frente a frente fiquei
com a frescura da brisa do rio
e ali me deixei...no sonho
ao passar a ponte o céu clareou
ficou limpo, as coisas ganharam cor
ouvi o ulular do vento nas canas
as rolas cantando ao amor
depois um estranho silêncio
o ânimo afrouxa
deixo-me pela saudade arrastar
pego na trouxa
e vou ao rio lavar...
ah...ser poeta é ser ninguém,
ser livre e ser vazio, é como
ser nuvem sem água,
ainda assim chorar de mágoa
ir sempre um pouco mais além
trazer os pensamentos à mão
pintar a vida com alma e coração
neste sonhar que minha alma adoça
não há mal ...que mal chegar lhe possa.
natalia nuno
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
JOGO FORA
Dou de ombros, dou de bico, Mando esse amor embora. Já virou um suplício, Insuportável até agora. Não quero mais você, Eu sei que também…
Celso Ciampi
O relho
o relho que não
é de uso cotidiano
tal qual a chuva
bate no nosso chão.
não há desculpa,
e sim desumanização.
…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
A Rota do Poente
Há sempre um vilarejo à frente
Lugar de chuviscos
E cercas baixas
De estrada coberta de pedras,
Incontáveis curvas …
Daisy
Le infante donzela.
Como desejava vela minha adorada namorada , pois tu estavas agonizante e perante meus olhos lágrimas desciam ao chão como chuva de um qu…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*