TÁCTIL
Assim, à sombra das árvores vespertinas
A saudade fica mais táctil
A mansidão e a monotonia
Embalam o que ainda há em mim
De luz e sabor...
Há em tudo uma certa dose de letargia
Um torpor
E esse cheio-vazio de nada em polvorosa
Que se funde ao fundo grito da revoada de folhas
E das aves silenciosas...
A saudade fica mais táctil
A mansidão e a monotonia
Embalam o que ainda há em mim
De luz e sabor...
Há em tudo uma certa dose de letargia
Um torpor
E esse cheio-vazio de nada em polvorosa
Que se funde ao fundo grito da revoada de folhas
E das aves silenciosas...
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