Espaçotempo
Nas horas dos mundos que habito
é sempre um tempo diverso
gerando-me sérios conflitos;
descompassando meu verso.
Começo a medir o infinito
com mãos de palmos eternos:
o espaço fica eternito
e o tempo fica infiterno.
O espaço e o tempo domados;
arrebatados da esfera:
o espaço por mim limitado
e o tempo em compasso de espera.
é sempre um tempo diverso
gerando-me sérios conflitos;
descompassando meu verso.
Começo a medir o infinito
com mãos de palmos eternos:
o espaço fica eternito
e o tempo fica infiterno.
O espaço e o tempo domados;
arrebatados da esfera:
o espaço por mim limitado
e o tempo em compasso de espera.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski