OREI
eu tantas vezes orei a Deus
para tirar a raiva do meu peito,
vou escrever nesses versos,
todo esse sentimento,
dessa raiva tão banal.
minha amargura, angustia
minha ira da vida
dessa vida tão banal
valorização já tive
reformando, reformados
me devolvam o prazer
dessa vida tão banal.
quero eu não mais ter raiva
viver sossegado e tranquilo
não sentir nenhum desprezo
dessa vida tão banal.
ó Deus se estais ai tirando
essa raiva,
que jogue ela bem longe,
e eu volte a escrever, escrever sem remorso
dizendo que ainda gosto,
dessa vida tão banal.
mas se não, eu continuo
pregando contra os ancestrais
que tiveram vida abastada.
e toda essa minha ira
provem dos meus descompassos.
quem sabe no fim da vida
venho refazer o poema
dizendo que agora gosto
dessa vida tão banal.
mas... já será tarde,
eu me despeço e digo tchau!
para tirar a raiva do meu peito,
vou escrever nesses versos,
todo esse sentimento,
dessa raiva tão banal.
minha amargura, angustia
minha ira da vida
dessa vida tão banal
valorização já tive
reformando, reformados
me devolvam o prazer
dessa vida tão banal.
quero eu não mais ter raiva
viver sossegado e tranquilo
não sentir nenhum desprezo
dessa vida tão banal.
ó Deus se estais ai tirando
essa raiva,
que jogue ela bem longe,
e eu volte a escrever, escrever sem remorso
dizendo que ainda gosto,
dessa vida tão banal.
mas se não, eu continuo
pregando contra os ancestrais
que tiveram vida abastada.
e toda essa minha ira
provem dos meus descompassos.
quem sabe no fim da vida
venho refazer o poema
dizendo que agora gosto
dessa vida tão banal.
mas... já será tarde,
eu me despeço e digo tchau!
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