O profeta crê na significância de suas palavras,
E canta o amanhã com grande voz.
Repete sermões como quem sabe da vida,
E sobe aos mais altos montes.
Mal sabe o profeta que para cada palavra sua,
Uma vida se esvazia,
Uma outra se inicia.
Uma em cárcere se esvai,
Outra o ego acaricia.
Uma sonha sem saber,
Que em sonho acabaria.
Outra desiste de ser,
Mas ainda assim seria.
Uma canta pela noite,
Outra chora pelo dia.
Uma clama a Oxalá,
Outra clama à Mãe Maria.
Uma trabalha no mar,
Outra na lavanderia.
Uma quer dançar,
Outra não se atreveria.
Então, pra facilitar,
Ao profeta eu diria:
Deixa a grandeza pra lá,
E vem ver essa magia.
A vida é de quem faz,
E não de quem anuncia.
E canta o amanhã com grande voz.
Repete sermões como quem sabe da vida,
E sobe aos mais altos montes.
Mal sabe o profeta que para cada palavra sua,
Uma vida se esvazia,
Uma outra se inicia.
Uma em cárcere se esvai,
Outra o ego acaricia.
Uma sonha sem saber,
Que em sonho acabaria.
Outra desiste de ser,
Mas ainda assim seria.
Uma canta pela noite,
Outra chora pelo dia.
Uma clama a Oxalá,
Outra clama à Mãe Maria.
Uma trabalha no mar,
Outra na lavanderia.
Uma quer dançar,
Outra não se atreveria.
Então, pra facilitar,
Ao profeta eu diria:
Deixa a grandeza pra lá,
E vem ver essa magia.
A vida é de quem faz,
E não de quem anuncia.
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