Dissecando a Vida
Entre a adaga e a espada
entra-me a morte na anima.
Corta, navalha-me a carne
com crueldade de lâmina.
A faca-morte me ampara
com seus assentos de gumes.
Quanto mais chega, mais vara
as carnes menos imunes.
Não cicatriza a ferida
- o aço exagera no corte:
é a dor que simula a vida
e a vida que amola a morte.
entra-me a morte na anima.
Corta, navalha-me a carne
com crueldade de lâmina.
A faca-morte me ampara
com seus assentos de gumes.
Quanto mais chega, mais vara
as carnes menos imunes.
Não cicatriza a ferida
- o aço exagera no corte:
é a dor que simula a vida
e a vida que amola a morte.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski