Quando não há escolha
A fome rasga meu estômago, mas a boca não saliva o suficiente para saciar.
A ansiedade rasga meu peito, mas as pernas não se mexem.
Ela está vindo em minha direção, vai me devorar! Mas meu corpo, está inerte.
Rezo que a mente encontre um modo de se libertar, já que não mais existe caminho para voltar.
Abraçarei assim minha devoradora e deixarei que veja de perto minhas entranhas, e, quando as ver,
talvez sinta culpa, mas será tarde demais.
Seremos uma, ou talvez, nada.
A ansiedade rasga meu peito, mas as pernas não se mexem.
Ela está vindo em minha direção, vai me devorar! Mas meu corpo, está inerte.
Rezo que a mente encontre um modo de se libertar, já que não mais existe caminho para voltar.
Abraçarei assim minha devoradora e deixarei que veja de perto minhas entranhas, e, quando as ver,
talvez sinta culpa, mas será tarde demais.
Seremos uma, ou talvez, nada.
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