Quando não há escolha
A fome rasga meu estômago, mas a boca não saliva o suficiente para saciar.
A ansiedade rasga meu peito, mas as pernas não se mexem.
Ela está vindo em minha direção, vai me devorar! Mas meu corpo, está inerte.
Rezo que a mente encontre um modo de se libertar, já que não mais existe caminho para voltar.
Abraçarei assim minha devoradora e deixarei que veja de perto minhas entranhas, e, quando as ver,
talvez sinta culpa, mas será tarde demais.
Seremos uma, ou talvez, nada.
A ansiedade rasga meu peito, mas as pernas não se mexem.
Ela está vindo em minha direção, vai me devorar! Mas meu corpo, está inerte.
Rezo que a mente encontre um modo de se libertar, já que não mais existe caminho para voltar.
Abraçarei assim minha devoradora e deixarei que veja de perto minhas entranhas, e, quando as ver,
talvez sinta culpa, mas será tarde demais.
Seremos uma, ou talvez, nada.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
O Consolo parte II
O Consolo de uma vida depende de seu bom coração e da formosura -querendo por demais seus encantos nelas ficarem - permanentes sempre …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*