Nas ruas de um poema
Um dia tentando rimar
ano passando a falhar,
no tic tac da lamúria
tempo cai em penúria;
do dinheiro e do vigor:
o mendigo em torpor.
Esmolas de si mesmo,
apoteose do soberbo.
Decrépito em teu ideal
Afasia da morte final.
O soterrado, carece
uma vigília de prece,
em respeito ao velório
ao poeta irrisório.
Teu cântico do drama
acaba nas linhas em lama.
ano passando a falhar,
no tic tac da lamúria
tempo cai em penúria;
do dinheiro e do vigor:
o mendigo em torpor.
Esmolas de si mesmo,
apoteose do soberbo.
Decrépito em teu ideal
Afasia da morte final.
O soterrado, carece
uma vigília de prece,
em respeito ao velório
ao poeta irrisório.
Teu cântico do drama
acaba nas linhas em lama.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski