Estrelas do acaso.
Quando meu vulto desaparecer na distância
E na noite, o vento frio vier lhe sussurrar sobre ausências,
Feche seus olhos para ver seu íntimo.
Respire fundo buscando sentir o perfume
Que estará apenas em suas lembranças.
Novos caminhos não apagam velhas jornadas,
Assim como cada semente brotará, uma única vez.
Então jamais verás as mesmas flores que deixou para trás,
Senão na tela onde se refletirão suas saudades.
Serás a mesma pessoa, mas perderás uma parte de si.
E seu igual irá se dissolvendo nas diferenças que virão.
Criarás suas próprias palavras, mas, jamais as dirá.
Entenderás o significado de todos os sentimentos esquecidos.
Aprenderás que o infinito se inicia onde começa o tempo.
Mas saberás que estarei sempre lá, onde o céu guarda as estrelas que caem.
Comentários (1)
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Plácido Colmer
2022-02-03
Na leitura de seus poemas percebi a facilidade de falar sobre o diverso.Profundos, românticos e por vezes bem humorados.
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