Em Kiev...

Em Kiev o tempo consome cada hora que se esboroa
Entre as entranhas das lamentações esfomeadas…tão cáusticas
Sem resgate cada segundo volatiliza-se numa palavra arrática
Na periferia do tempo todos os lamentos povoam a epístola da
Mais inspiradora fé convertida nesta visceral esperança deteriorada
Aprisionada a luz colide com uma arrepiante escuridão em debandada
Em Kiev abriu-se o invólucro dos gemidos nunca antes desvendados
E de lá saíram todos os bombásticos uivos desamparados…tão acalorados
Enclausurou um silêncio que ali jaz sequestrado, desalentado…quase, quase degolado
Frederico de Castro
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Desconhecido Amigo.
A humanidade quer seus abraços quem é você ? meu desconhecido amigo onde habitas teu coração. Minha resposta... meu coração habita nesta…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
A Mudança da Face.
Minhas flores não são imaginárias eu as encontro todos os dias pela manhã na porta de minha casa. Mas tem uma em especial a grande , …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Verbos
o poema indumentária veste o poeta de palavra verbo tecido lírica montagem rastros da vida e suas margens o poeta em suas páginas declama…
AurelioAquino
Laroyê, minha senhora
É um pobre coitado, uma alma iludida Achou que na moça encontrara uma amiga Tomou uma rasteira que abriu a ferida Aprenda comigo, p…
Samuel Knevitz Silveira