Silêncio recém-nascido

Recém-nascido o silêncio implodiu num eco tão impetuoso
Na mais íntima e fecunda solidão desvelou um breu carente e fogoso
No mais paradisíaco sussurro inoculou um devaneio castiço e vaidoso
Recém-nascido o tempo espelhou um narciso desejo tão pegajoso
Musicou a metamorfose de lamentos tão ígneos…quase artificiosos
Harmonizou as metástases dos mesmos silêncios prepotentes e infeciosos
Frederico de Castro
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