Amada Maria, Ouve!
Oh tu morta de amor e beleza
Toda destituída, roubaram-te o coração
Assaltada pelos garimpeiros da natureza
Rolas, mas densa é a tua escuridão
Cobraram-te as aves, Maria
Que pena! Não és ave, Maria!
Pelo menos sobrariam as penas
Despida! Todos te sentem penas
Desperte, cubra a nudez
És que vem a luz, ostentando-lhe vergonha
Não ensurdeça-se, pelo menos desta vez
Toda destituída, roubaram-te o coração
Assaltada pelos garimpeiros da natureza
Rolas, mas densa é a tua escuridão
Cobraram-te as aves, Maria
Que pena! Não és ave, Maria!
Pelo menos sobrariam as penas
Despida! Todos te sentem penas
Desperte, cubra a nudez
És que vem a luz, ostentando-lhe vergonha
Não ensurdeça-se, pelo menos desta vez
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Meu Boto-Cor-de-Rosa
Você foi transformado por mim
em Poemário Nacional
sem a expectativa de que
tu haverá de ser meu no final.
…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Circuncisão .
Minha figura não é das mais belas > nem das mais obscuras , mas nem por isso deixo de observar as belas mulheres , que passam pela min…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Cogumelos .
O mundo escuro da solidão > partiu para um amanhecer , onde os céus são vários - onde as vidas latentes são várias , onde se mata e …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Os ombros
Os ombros . Ir é o que há até mesmo com o que houver em falta: os grãos de uma coragem já quase de todo esquecida ir com o peso da a…
Darlan de Matos Cunha