Oh! Cruel guerra…!
Oh! Cruel guerra que não tem limites
Que espuma a cólera na ferida profunda
Que se esconde em disfarces e palpites
Que devora tudo que na terra abunda
Num muro de dor como lobos encurralados
Sem dó nem consciência num plano hostil
Circunda o louco no seu trono confortado
Furioso, mascarado no maneio subtil
Vai explodindo rancor por tanta ambição
Agiganta o vexame e o golpe transmite
Que frieza humana que não bate coração
Que as veias são negras de tanto apetite
Vagueia nas tréguas o espírito a chorar
O olhar desconstrói o atroz inimigo
Mergulha a esperança da gente a amar
Enquanto a alma grita: - vá lá, eu consigo!
E o mundo livre não para de gritar:
- Queremos a paz, esse horror exterminar
- Queremos o louco no hospício para mudar
- Queremos liberdade e todos amar
17-03-2022 Maria Antonieta Matos
Que espuma a cólera na ferida profunda
Que se esconde em disfarces e palpites
Que devora tudo que na terra abunda
Num muro de dor como lobos encurralados
Sem dó nem consciência num plano hostil
Circunda o louco no seu trono confortado
Furioso, mascarado no maneio subtil
Vai explodindo rancor por tanta ambição
Agiganta o vexame e o golpe transmite
Que frieza humana que não bate coração
Que as veias são negras de tanto apetite
Vagueia nas tréguas o espírito a chorar
O olhar desconstrói o atroz inimigo
Mergulha a esperança da gente a amar
Enquanto a alma grita: - vá lá, eu consigo!
E o mundo livre não para de gritar:
- Queremos a paz, esse horror exterminar
- Queremos o louco no hospício para mudar
- Queremos liberdade e todos amar
17-03-2022 Maria Antonieta Matos
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