Numa flâmula brilha a noite tão frenética e incandescente
Chispa na escuridão uma palavra delicadamente complacente
Estrangula cada hora que depois fenece fatalmente conivente

Numa flâmula desperta a luz das preces mais e mais urgentes
Beijarão todos os amanheceres apaziguantes, poéticos e eloquentes
Abençoarão o longo tsunami de murmúrios devastadoramente indulgentes

Frederico de Castro
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