SIMBIOSE
Há instantes em que num relance
A areia da praia sente-se farta
Dos tantos pés descalços calcando-lhe o chão
Há momentos entretanto
Em que a areia da praia sente profunda solidão
E molha-se de saudade dos mesmos pés descalços
Cujas ondas apagaram as pegadas dos passos
Cravados nos grãos
Nessa intermitente simbiose
Ao pisarmos, a areia acaricia suave os nossos pés
Depois se refaz plena
Nos carinhos profundos das marés
www.psrosseto.webnode.com
A areia da praia sente-se farta
Dos tantos pés descalços calcando-lhe o chão
Há momentos entretanto
Em que a areia da praia sente profunda solidão
E molha-se de saudade dos mesmos pés descalços
Cujas ondas apagaram as pegadas dos passos
Cravados nos grãos
Nessa intermitente simbiose
Ao pisarmos, a areia acaricia suave os nossos pés
Depois se refaz plena
Nos carinhos profundos das marés
www.psrosseto.webnode.com
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
A Mudança da Face.
Minhas flores não são imaginárias eu as encontro todos os dias pela manhã na porta de minha casa. Mas tem uma em especial a grande , …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Verbos
o poema indumentária veste o poeta de palavra verbo tecido lírica montagem rastros da vida e suas margens o poeta em suas páginas declama…
AurelioAquino
Laroyê, minha senhora
É um pobre coitado, uma alma iludida Achou que na moça encontrara uma amiga Tomou uma rasteira que abriu a ferida Aprenda comigo, p…
Samuel Knevitz Silveira
Why bother
Why do I bother breaking myself down Chasing the dark while the sun wears a crown I let my health slip I let it decay Guess I’m my own st…
Aldo gabbay kraas