A Casa
A minha casa eu construí com o brilho de querer brilhar...não é longe nem distinto
de si o brilho quando em si já se faz toda intenção de brilhar...mas que na espécie
rara da minha voz ao minha casa fitar, o tom absorto dos olhos a todas as portas
abrir e em cada chave a vida num novo patamar.
A minha casa veio de longe nos meus caminhos primeiros a me soprar o brilho
da noite de sonhar em brilhar, minha casa se fez apresentar em mim a estrela da
manhã de em brilho ver meu coração se contornar.
A minha casa respira no Amor que construí no brilho de querer amar, e em cada
respirar da minha casa em mim se constrói o brilho de com Amor tudo nela
cercar...
A minha casa não é lugar de descanso, mas eis que certo dia hei eu de chegar ao
cansaço, e no fôlego último pedir pro fogo me fazer nele respirar...
Seja como for, na minha casa tem a própria essência de amar em todos os
opostos de si e do mundo que se fazem conhecer pra que o Amor possa se
sustentar.
E eu respiro no fogo de ver brilhar o sonho da minha casa os alicerces de
construir o sempre querer, e eis que me retomo em mim minha morada de
levantar acerca do Amor o sempre perto brilho de ver o sonho da minha casa
brilhar. E eis que construo minha casa e minha casa me constrói e porque, no voo
incessante de querer o brilho fazer em fogo o construir e o respirar da minha
casa em Amor, estou eu pra além da minha casa ver o meu sonho de a partir
dela fazer o brilho voar.
de si o brilho quando em si já se faz toda intenção de brilhar...mas que na espécie
rara da minha voz ao minha casa fitar, o tom absorto dos olhos a todas as portas
abrir e em cada chave a vida num novo patamar.
A minha casa veio de longe nos meus caminhos primeiros a me soprar o brilho
da noite de sonhar em brilhar, minha casa se fez apresentar em mim a estrela da
manhã de em brilho ver meu coração se contornar.
A minha casa respira no Amor que construí no brilho de querer amar, e em cada
respirar da minha casa em mim se constrói o brilho de com Amor tudo nela
cercar...
A minha casa não é lugar de descanso, mas eis que certo dia hei eu de chegar ao
cansaço, e no fôlego último pedir pro fogo me fazer nele respirar...
Seja como for, na minha casa tem a própria essência de amar em todos os
opostos de si e do mundo que se fazem conhecer pra que o Amor possa se
sustentar.
E eu respiro no fogo de ver brilhar o sonho da minha casa os alicerces de
construir o sempre querer, e eis que me retomo em mim minha morada de
levantar acerca do Amor o sempre perto brilho de ver o sonho da minha casa
brilhar. E eis que construo minha casa e minha casa me constrói e porque, no voo
incessante de querer o brilho fazer em fogo o construir e o respirar da minha
casa em Amor, estou eu pra além da minha casa ver o meu sonho de a partir
dela fazer o brilho voar.
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