Pudera afagar quieto os teus cabelos
Encerar no couro a raiz dos pelos
Mantra denso de fino aroma pelos dedos
Mexendo levemente a mente e o cerebelo
Enxergar nos sonhos vivos devaneios
Como se tatuasse orquídeas pelo dorso afora
Passeando cínico pelo hemisfério do pescoço
Pudesse desvendar misteriosos sóis de aurora
Esquiar na vertigem tênue o arrepio da nuca
Ainda que nunca tenha estado em tuas costas
Encontrar entre a vasta juba o mel das respostas
Ah que me mostras o que tenha posto
A perder-me na figura esguia entre as coxas
Enquanto finjo na esfinge rubra ver teu rosto
Encerar no couro a raiz dos pelos
Mantra denso de fino aroma pelos dedos
Mexendo levemente a mente e o cerebelo
Enxergar nos sonhos vivos devaneios
Como se tatuasse orquídeas pelo dorso afora
Passeando cínico pelo hemisfério do pescoço
Pudesse desvendar misteriosos sóis de aurora
Esquiar na vertigem tênue o arrepio da nuca
Ainda que nunca tenha estado em tuas costas
Encontrar entre a vasta juba o mel das respostas
Ah que me mostras o que tenha posto
A perder-me na figura esguia entre as coxas
Enquanto finjo na esfinge rubra ver teu rosto
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